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Nos estados, um país dividido

Congresso em Foco

4/10/2010 16:17

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Roseann Kennedy*

A eleição para governadores mostra um país dividido entre oposição e governo. Mas a força de algumas legendas pode mudar. PT, PSDB e PSB, por exemplo, são partidos com chances de sair das urnas com mais gestores estaduais que nas eleições passadas.

É importante fazer esse mapeamento porque, embora aqui em Brasília haja uma mania imediata de olhar o tamanho das legendas pelo número de parlamentares na Câmara e no Senado, o comando nas gestões estaduais pode permitir ao partido se ramificar e, consequentemente se fortalecer regionalmente.

Basta observar que são os governadores que farão negociações para as liberações de verbas federais. São eles que vão intermediar programas sociais com capital da União, por exemplo, e com esse poder nas mãos podem atrair os prefeitos para seu lado. Consequentemente, a legenda poderá conquistar simpatia nos municípios e quiçá mais vereadores, deputados estaduais e federais.

Então, vamos ao mapa.

A definição ainda não está completa porque haverá segundo turno em nove unidades da federação. Mas o resultado obtido até agora permite observar que oposição e governo mantiveram equilíbrio de forças no País.

Nos 18 Estados onde a disputa foi decidida no primeiro turno, onze são aliados do Governo Lula e sete estão na oposição. No entanto, se os governistas conseguiram maior número de estados, os oposicionistas conquistaram os maiores colégios eleitorais como São Paulo e Minas.

Apesar do equilíbrio entre os dois grupos, entre os partidos, o jogo de forças pode mudar. PSDB, PT e PSB podem aumentar o poder nos estados.

Os tucanos são os que têm chance de conquistar o maior número de gestões no país, nove. Quatro delas, já garantidas no primeiro turno. 

Os petistas e os socialistas aparecem na sequência com a possibilidade de ficar com seis governos cada. Mas na comparação ao espaço ocupado, no momento, e o que pode vir a ter, o PSB é a legenda com condições de apresentar a maior expansão. Com chances de dobrar de tamanho.

Além disso, o PSB saiu com cacife político das urnas, porque elegeu os governadores que obtiveram os maiores percentuais de voto no País: Eduardo Campos (PE) e Renato Casagrande (ES). Cada um conquistou mais de 82% dos votos.

Já o PMDB, partido que mais elegeu governadores em 2006, no máximo conseguirá manter o número, porque já conquistou quatro estados em primeiro turno e disputa o segundo turno em outros três.

O DEM, que nas eleições passadas tinha eleito apenas o governador do Distrito Federal, mas perdeu a cadeira, em meio a escândalos que derrubaram José Roberto Arruda, agora conquistou duas vagas. No Rio Grande do Norte e em Santa Catarina.

PP, PPS e PDT podem conquistar governos estaduais, mas o espaço é pequeno. E dois partidos que hoje não comandam governos estaduais têm possibilidade de chegar ao poder: PSC e PTB.

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