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Genro, Temporão e Geddel na segunda fase da reforma

Congresso em Foco

15/3/2007 | Atualizado 16/3/2007 às 8:30

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O presidente Lula inicia nesta sexta-feira (16) a segunda etapa da reforma ministerial. Até aqui, apenas o advogado José Antônio Toffoli foi empossado, como ministro-chefe da Advocacia Geral da União (AGU). A promessa é de que até a próxima semana Lula conclua a reforma – embora tenha surgido agora uma nova discórdia, sem saber se o petebista Walfrido dos Mares Guia deixa a pasta do Turismo e assume a Integração Nacional ou o Desenvolvimento, já que Luiz Fernando Furlan está deixando esta.

Dos novos ministros que serão empossados amanhã, dois são do PMDB, que aumentou de dois para cinco o número de ministérios na nova composição do governo Lula. Além dos ministérios das Comunicações e Minas e Energia, agora a legenda comandará Integração Nacional, Saúde e Agricultura. O petista Tarso Genro substituíra Márcio Thomaz Bastos na Justiça.

Geddel

O deputado baiano Geddel Vieira Lima foi um dos grandes críticos do primeiro mandato petista. Aliado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso durante os oitos anos do governo tucano (1995-2002), Geddel aproximou-se do presidente Lula por intermédio do atual governador da Bahia, Jacques Wagner (PT), que o indicou para a pasta.

O peemedebista e o petista uniram-se nas eleições estaduais no ano passado, quando derrotaram o candidato do senador Antônio Carlos Magalhães (PFL) e deixaram o clã carlista de fora do poder baiano, depois de quase duas décadas de hegemonia.    

Um dos maiores obstáculos para Geddel Vieira Lima no ministério da Integração Nacional será o debate em torno da transposição das águas do rio São Francisco, projeto do governo que encontra forte resistência na sua Bahia.

Temporão

A indicação do médico sanitarista José Gomes Temporão esteve em volta de muito debate, já que ele foi indicado para o ministério pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. A bancada do PMDB da Câmara reivindicava a indicação, alegando que Temporão era da cota do Senado – Cabral já foi senador.

Com a conquista de um quinto ministério pelo PMDB – este sim indicado pelos deputados –, os ânimos se acalmaram sobre a indicação de Temporão. O médico, que tem 55 anos, já foi secretário-geral do Instituto Nacional do Câncer (Inca) e chefiava a Secretaria de Atenção à Saúde do ministério.

Genro

O ministro que mais levanta críticas na oposição, no entanto, é o gaúcho Tarso Genro, que substitui Márcio Thomaz Bastos, que sai do governo com números bastante expressivos. Sob o comando de Bastos, a Polícia Federal realizou um número de operações muito superior do que o governo FHC – em 50 meses, por exemplo, foram cerca de 350.

Advogado trabalhista e com 60 anos recém-completados, Tarso já foi prefeito de Porto Alegre. Além das Relações Institucionais, foi também ministro do Trabalho e secretário especial do Conselho de Desenvolvimento Social. O grande temor da oposição é que ocorra sob Tarso o aparelhamento da Polícia Federal e o ministério da Justiça. (Lucas Ferraz)

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