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Advogado do Senado diz que procurador foi "leviano"

Congresso em Foco

13/9/2006 | Atualizado às 18:26

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O advogado-geral do Senado, Alberto Cascais, disse nesta quarta-feira (13) que o procurador Luciano Rolim, do Ministério Público Federal, agiu de forma "leviana, temerária e irresponsável" quando acusou a Polícia Federal de ter vazado informações sigilosas para o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Casacais disse que vai ingressar com representação contra o procurador na próxima segunda-feira (18) no Conselho Nacional do Ministério Público. O advogado estuda também entrar na Justiça com ação civil pública de reparação por danos morais ao diretor-geral do Senado, Agaciel Maia, além de interpelar judicialmente o procurador para que ele explique as declarações a respeito do suposto vazamento.

Luciano Rolim acusou a PF de informar a Renan Calheiros sobre uma busca e apreensão que seria realizada na Casa no âmbito da Operação Mão-de-Obra - que investiga fraudes na contratação de funcionários terceirizados para o Senado e outros cinco órgãos federais.

Em relatório, o delegado Bergson Toledo Silva, responsável pelo caso, explicou ao MP ter, de fato, avisado com antecedência ao senador e sugerido que ele indicasse um funcionário para acompanhar a operação. O indicado foi Agaciel, um dos principais suspeitos da PF de participação nas irregularidades. Rolim classificou a atitude como vazamento de informações sigilosas e disse que as investigações foram prejudicadas.

Casacais rebateu as declarações do procurador: "Nenhuma prerrogativa concedida a membros do Ministério Público permite abusos desse poder. E na minha opinião, houve abuso", criticou.

Durante entrevista para esclarecer o caso, Casacais chegou a desqualificar o Ministério Público por ter revelado à imprensa detalhes do suposto vazamento. "O que vem do Ministério Público não quer dizer nada. Depois daquela entrevista de ontem (ao Jornal Nacional da TV Globo), o que vem do Ministério Público não tem mais valor", disse o advogado.

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