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Discurso não muda em programas eleitorais

Congresso em Foco

22/8/2006 | Atualizado 23/8/2006 às 5:51

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Nesta terça-feira, as propagandas eleitorais gratuitas de TV dos presidenciáveis mantiveram a postura da semana passada. O governo Lula foi pouco criticado pelos adversários e as propostas governamentais tomaram conta de boa parte do tempo dos candidatos. Além disso, uma coisa já ficou bem clara nessas eleições, uma das principais bandeiras de alguns concorrentes será a redução da carga tributária do país.

Seguindo a ordem estabelecida em sorteio pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o primeiro candidato a ocupar o espaço eleitoral de hoje foi o senador Cristovam Buarque (PDT). O presidenciável continuou com a estratégia adotada nos últimos três programas e principal proposta de governo: a defesa de um investimento pesado na área de educação como única alternativa para mudar a realidade do país.

Cristovam também permanece como o único concorrente a dividir com o candidato a vice, senador Jefferson Péres (PDT), o tempo de programa.

O terceiro candidato de hoje foi o presidente Lula, que insiste na divulgação das conquistas dos últimos 44 meses como forma de alcançar a reeleição. Dentre as vitórias destacadas, a geração de seis milhões de empregos (quatro milhões a menos do prometido em 2002), a auto-suficiência do país em petróleo e investimentos nas áreas de energia (duas novas turbinas na usina hidrelétrica de Itaipu), indústria naval (20 obras em andamento) e ferrovias (construção da Transnordestina).

"O Brasil pode se tornar, em meio prazo, um país em crescimento. Superando até mesmo o PIB de alguns países europeus", declarou o presidente.

O último presidenciável na programação foi Geraldo, estratégia adotada pelo candidato tucano para identificar-se com o eleitorado pobre, que mais uma vez abriu o espaço eleitoral mostrando a origem humilde e a trajetória política. Geraldo Alckmin não atacou diretamente o governo do presidente Lula, mas fez algumas ressalvas quanto à gestão. "No ano passado, o Brasil cresceu 2% (...) e a Argentina, 9%. O país não cria condições para crescimento", ressaltou.

Além disso, o candidato ainda criticou a operação tapa-buraco do governo petista, afirmando que a recuperação de estradas era mal feita. "Na primeira chuva os buracos voltaram", disse.  

Alckmin também aproveitou o tempo (o maior entre os presidenciáveis) para destacar os principais pontos do Plano Nacional de Desenvolvimento: reduzir impostos; apoiar micro e pequenas empresas; obras para gerar empregos; e investimento em estradas e rodovias, saneamento básico, casas populares e urbanização de favelas.

Por fim, os outros três candidatos com menor tempo, o quarto é o senador Cristovam, mais apresentaram-se do que mostraram propostas. Luciano Bivar (PSL), segundo presidenciável de hoje, afirmou que como presidente combaterá a alta carga tributária do Brasil.

Já no programa da senadora Heloísa Helena (Psol), uma narradora afirmava que para fazer a reforma agrária era necessário coragem; para investir em moradia, educação e saúde era preciso determinação; e para governar, o país precisava de um coração valente. "No nosso governo a prioridade do orçamento será para geração de empregos, educação, saúde", disse a senadora.

E quanto ao candidato cristão, penúltimo de hoje, José Maria Eymael (PSDC) manteve o discurso dos projetos apresentados enquanto deputado federal. "Quando tiver a faixa presidencial no peito, direi: Agora é comigo e com as pessoas de bem deste país", declarou o candidato.

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