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Congresso em Foco
Autoria e responsabilidade de Edson Sardinha
8/9/2013 | Atualizado 9/9/2013 às 19:52
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“Nós ficamos das oito da noite de sexta até as quatro da manhã de sábado construindo o Papuda Móvel, linha 171, para facilitar a ida dos políticos condenados para a cadeia. Mas não protestamos somente contra a corrupção. Queremos também um serviço público de qualidade e a aprovação de medidas que permitam que haja eleições limpas. Queremos uma reforma política para reduzir o poder econômico nas campanhas eleitorais e punição pra valer para quem cometer caixa dois. Não comento as posições de outros movimentos. A pauta é plural, e toda manifestação é válida e deve ser respeitada.”
Emerson Santos, economista e servidor público. Participante do Instituto de Fiscalização e Controle (IFC), ajudou a construir o "Papuda Móvel" e coletou assinaturas para o projeto Eleições Limpas
[caption id="attachment_127443" align="alignright" width="300" caption="Domicío: "Absolvição de Donadon é o retrato do nosso Congresso""]
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“Essas manifestações são um retrato do Brasil do passado, desde o ‘petróleo é nosso’, o fim da ditadura militar, até o impeachment do Collor. Agora nosso povo está mais politizado. A internet é o maior instrumento de pressão popular que temos. Mas deve ser usada como arma de comunicação. Como arma de pressão, temos de sair às ruas. Temos de cobrar cara a cara. Os políticos querem tirar as máscaras dos manifestantes, mas é a máscara dos políticos que vai cair. A absolvição do Donadon é o retrato do nosso Congresso, financiado por grandes empresas e mantido pelo espírito de autopreservação dos parlamentares. Queremos uma reforma política já!”
Aldemir Domício, presidente da Confederação dos Trabalhadores do Brasil (CBT) no Distrito Federal
“Além de protestar contra a corrupção, viemos apoiar a pauta do trabalhador em geral, a regulamentação dos direitos da empregada doméstica, o fim do fator previdenciário, as 40 horas semanais sem redução de salário, a rejeição ao projeto das terceirizações e a aprovação de uma reforma política com financiamento público de campanha.”
Samara Nunes, presidenta da Associação Brasiliense das Empregadas Domésticas, Trabalhadoras e Trabalhadores do Lar do Distrito Federal e do Entorno (Asbrale)
[caption id="attachment_127444" align="alignleft" width="300" caption="Ivan: "Saúde pública virou um salve-se quem puder""]
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“Não vejo futuro para a melhoria da saúde. Não é um problema de falta de recursos, mas de gestão. O pessoal que cuida da saúde é fechado, incompetente e corporativista. Será que, a um ano das eleições, o governo do Distrito Federal ainda não viu que a sua saúde não deu certo? A saúde pública aqui é um salve-se quem puder. Enquanto isso, gastaram R$ 2 bilhões na construção de um estádio que não trará qualidade de vida alguma para os moradores mais pobres e da periferia. Deveriam ter construído o Hospital Nacional Mané Garrincha.”
Ivan Rodrigues, enfermeiro. Sem vinculação com outros grupos, fez protesto isolado. Depois, participou da lavagem simbólica da entrada do Congresso

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