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Com discurso de ataque, Temer mira Congresso e esquece a sociedade

Patrícia Marins Miriam Moura

Patrícia Marins Miriam Moura

1/7/2017 7:30

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Com discurso de ataque, Temer mira Congresso e esquece a sociedade

Cercado de parlamentares aliados, o presidente Michel Temer atacou a denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em cadeia nacional de TV, mas sua declaração teve um alvo calculado: os 172 deputados que podem ajudá-lo a se livrar da peça acusatória na Câmara. Todas as palavras, ênfases, paradinhas táticas, o esfregar de mãos e os seus olhares pausados tinham um propósito: alertar os políticos de que eles podem logo se transformar em “efeito Orloff” de Temer e serem também alvo da mesma “ilação” que o presidente sustenta ter sido feita pelo PGR. “Não vou chamar de pronunciamento”, disse Michel Temer, “mas é uma declaração esclarecedora”. Lembrando seus 40 anos no exercício da advocacia e seus conhecimentos jurídicos, tratou de desqualificar a denúncia: “Sei bem quando uma decisão é sem fundamento”. A partir daí, foram ataques sem embaraço. Rodrigo Janot teria reinventado o Código Penal e incluído uma nova categoria: a denúncia por ilação. Na sequência, disse que na linha de tal “trabalho trôpego” como o do PGR também seria possível aferir que os milhões recebidos pelo ex-procurador da República Marcelo Miller, muito próximo a Janot, não fossem pagos unicamente ao assessor de confiança. Lançada a bomba, completou: “Mas eu não farei ilações, tenho responsabilidades”, reforçando a negativa verbal com gestual do dedo indicador. Versado nas letras jurídicas e na retórica do mundo dos políticos, o presidente poderia ter lembrado o exemplo do famoso discurso de Marco Antonio, aliado de César na Roma do ano 44 antes de Cristo. A retórica  de Marco Antonio é imortalizada por William Shakespeare na peça teatral Júlio Cesar. Num discurso eloquente, Marco Antonio convence o povo de que César não era ambicioso e de que Brutus, na verdade, era um traidor. Um pouco antes, Brutus havia sido ovacionado pela mesma plateia ao sustentar que Cesar era um tirano ambicioso. A peça de teatro de Shakespeare impressiona por ser tão contemporânea séculos depois de ser escrita. Além de uma aula de retórica, o talento de Shakespeare leva a refletir sobre disputa de poder, jogos políticos e manipulação. Temas muito atuais.  

Trump chama de loucos apresentadores de TV e é criticado até por aliados

O presidente norte-americano Donald Trump continua o mesmo. Agora, é criticado também por aliados, não somente pela oposição. Ao chamar de loucos dois apresentadores da rede americana MSNBC, Trump recebeu críticas até mesmo do correligionário presidente da Câmara, o republicano Paul Ryan: “Eu não vejo isso como um comentário apropriado”. Após ter sido criticado pelos apresentadores do programa “Morning Joe” –  Mika Brzezinski e Joe Scarborough, Trump chamou-o de ”Psicho Joe” (Joe maluco) e Mika de “louca de baixo QI (“low I.Q. crazy Mika”). Em comunicado, a rede MSNBC afirmou que “é um triste dia para a América quando um presidente gasta seu tempo fazendo bullying, mentindo e vomitando ataques pessoais em vez de fazer o seu trabalho”.  

Essa Coca é Fanta? Sim, e daí?

Com os dizeres “Essa Coca-Cola é Fanta, e daí?” e com Fanta no lugar de Coca-Cola, mais uma vez a empresa brilha em defesa e empatia com o Movimento LGBT no Brasil. A divulgação da ação interna da Cola-Coca tomou conta das mídias sociais no dia 28 de junho, mais conhecido como o Dia Internacional do Orgulho LGBT. Levando a bandeira do respeito à diversidade sexual, a renomada marca surpreendeu seus funcionários da sede de Botafogo (RJ), distribuindo o produto personalizado nas geladeiras dos 13 andares da empresa, a fim de gerar orgulho e contribuir com a cultura empática no dia-a-dia. Apesar da repercussão positiva nas redes durante essa semana, a empresa deixou claro que não haverá a comercialização dessa edição personalizada.    
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