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Bolsonaro ironizou formação do bloco, que reunirá 37 deputados na próxima legislatura[fotografo]Reprodução[/fotografo]
Como já haviam sinalizado no final de outubro, depois das eleições presidenciais, as bancadas do PDT, do PCdoB e do PSB na Câmara confirmaram nesta quinta-feira (20) a formação de um bloco de oposição ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) a partir de 1º de janeiro de 2019. O agrupamento oposicionista não incluirá o PT, para efeitos regimentais, como também já estava pré-definido.
Os propósitos dos três partidos, segundo suas lideranças, são "a luta em defesa de democracia, dos direitos sociais e em favor de ideias e propostas de interesse do Brasil". Líder do PT na Câmara, André Figueiredo (CE) resumiu os termos da nota (imagem abaixo) divulgada hoje (quinta, 20) por meio do Twitter e demais redes sociais.
Durante a campanha eleitoral, o PDT lançou a candidatura de Ciro Gomes e o PCdoB lançou a candidata à vice-presidência Manuela D´Ávila na chapa de Fernando Haddad (PT). Já o PSB se manteve neutro no primeiro turno e, no segundo, declarou apoio à candidatura de Haddad. Mas, em meio aos processos de negociação por apoio, Ciro protagonizou episódios de atrito com o PT principalmente na disputa da aliança com o PSB. O pedetista acusou os petistas de atropelarem sua trajetória eleitoral e, quando chegou o segundo turno, recusou apoiar Haddad explicitamente, recomendando voto contra o autoritarismo personificado em Bolsonaro.PDT, PSB e PCdoB confirmam bloco de oposição a Bolsonaro na Câmara. Se me apoiassem é que preocuparia o Brasil! 👍🏻
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 20 de dezembro de 2018
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