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24/1/2020 7:15

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Bolsonaro e o vice-presidente Hamilton Mourão exibem uma bandeira nacional durante discurso no parlatório do Palácio do Planalto[fotografo]Marcelo Camargo/ABr[/fotografo]

Bolsonaro e o vice-presidente Hamilton Mourão exibem uma bandeira nacional durante discurso no parlatório do Palácio do Planalto[fotografo]Marcelo Camargo/ABr[/fotografo]
Como será um governo do arbítrio fortalecido por alguma melhora na economia? Qual será a consequência para a democracia das duas indicações que Bolsonaro fará ao STF? Haverá imprensa livre? Atividade parlamentar “normal”? Garantia de direitos fundamentais? > Bolsonaro decidiu esvaziar pasta de Moro depois da entrevista no Roda Viva Como será um Bolsonaro aclamado por uma reeleição? O Capitão estava brincando quando insinuou um terceiro mandato? Moro na vice será o sucessor de um projeto de 16 anos? 20 anos? O que restará do Brasil? Contrariando algumas previsões, as pesquisas têm indicado uma pequena melhora na aprovação do presidente. Lula já saiu da cadeia, mas apesar de sua liderança inquestionável, o fato parece não ter influenciado o humor da população. As ruas continuam frias e vazias. A menor taxa de juros da história e a injeção de recursos promovida pela liberação do FGTS e pelo décimo terceiro do Bolsa Família podem explicar parte da melhora do Capitão. A necessidade política costuma transformar liberais fanáticos em keynesianos envergonhados. O mais provável são taxas de crescimento tímidas pelos próximos anos. A economia global acompanha sobressaltada a briga entre a China e os EUA. Com nossa massa salarial achatada e os investimentos públicos asfixiados, o motor do mercado interno continuará engasgando. Se a economia não vai dar um salto, é pouco provável também que afunde. Se o emprego precarizado não é o melhor dos mundos, muito pior é o desemprego. A gravidade da ameaça autoritária nos obriga a colocar os dois pés no chão. O país quebrou nas mãos da esquerda com duas quedas de PIB históricas. O desemprego explodiu com Dilma. Após treze anos “vermelhos”, a crise econômica e uma brutal ofensiva conservadora empurraram o Brasil na direção de uma nova saída liberal. O liberalismo avançou na sociedade, sendo amplamente majoritário no Congresso Nacional e no STF. Política se faz a partir da análise objetiva da realidade concreta. É forjada pela necessidade, pelas circunstâncias. É diálogo, construção com os diferentes e mediação. A boa posição não é a minha ou a do outro, mas a que torna possível alcançar o objetivo estratégico. Associar de forma fantasiosa este processo à capitulação é sectarismo oportunista, um desserviço ao povo brasileiro. O Brasil está sob ameaça de um grave retrocesso civilizatório. Cabe a oposição fazer de tudo para derrotar o inimigo principal. Qual seria o caminho? Três fatos recentes são elucidativos. A tentativa criminosa de transferir Lula para um presídio comum parou Brasília, gerando protestos de quase todas as forças políticas. Quando “Alvim Goebbels” levantou a suástica, novamente todos deram as mãos para derrubá-lo. O mesmo se repetiu quando o arbítrio ameaçou o jornalista Glenn Greenwald. A questão democrática é a única capaz de aglutinar os mais variados setores numa Frente contra Bolsonaro. Quando Roosevelt, Stalin e Churchill selaram uma aliança, não consta que ficaram procurando diferenças no passado. Também não havia na pauta um programa econômico comum para a humanidade. Um único objetivo fez estes personagens históricos apertarem as mãos: banir do mundo a ameaça nazista. Foi pouco? > Oposição pede criação de CPI da Vaza Jato
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