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Experimente o Wine Tour do cerrado

Miriam Moura

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27/7/2017 | Atualizado às 21:25

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Se você gosta de vinho, a coluna recomenda o passeio Wine Tour do Cerrado. É um turismo culinário muito agradável e uma oportunidade imperdível de degustar e conhecer um pouco mais da experiência de vitivinicultura aqui na região. Organizado pelo Experimente Brasília, o passeio é classificado como uma experiência inspiradora. E é mesmo, tanto que as vagas nos fins de semana estão lotadas até o final do ano. Mas não desista: sempre pode haver alguma desistência e você ser incluído no roteiro. A saída é às 9h. O meet point é no estacionamento da fonte na Torre de TV. A viagem dura 90 minutos, nos quais a guia já vai antecipando muitas informações sobre os vinhos e as uvas cultivadas no cerrado. Às 10h30 você chega na Fazenda Pireneus, no município de Cocalzinho de Goiás, onde é recebido pela proprietária, Adriana Carvalho.  É a hora de provar um cafezinho passado há hora, tomar água gelada e se preparar para a aventura vinícola. [caption id="attachment_302964" align="alignright" width="280" caption="“Passeio é classificado como uma experiência inspiradora”, diz Miriam"][fotografo]Divulgação[/fotografo][/caption]Embora a plantação seja perto, é possível enxergar da fazenda, como se trata de uma subida a Van leva você até lá. Você caminha entre o vinhedo, conhece e toca os cachos das castas que estão se dando muito bem na região da Serra dos Pireneus: a Tempranillo, a Syrah e a Barbera. A proprietária vai mostrando e contando sobre todas as fases da plantação de uva, as telas que precisam ser colocadas para proteger as videiras dos passarinhos. Você é convidado a saborear as uvas no pé e sentir a diferença no gosto de cada uma. A volta para o local da degustação é feita a pé, em poucos minutos. E começa a parte mais saborosa do passeio, a hora de degustar os vinhos do terroir local. Nós provamos um rosé feito da uva Barbera, o tinto Terroir Barbera (2015) e o tinto Bandeiras, feito com a Barbera. O top de linha, o premiado Intrépido, produzido com a uva Syrah, estava esgotado. Indício claro da sua qualidade. Depois do almoço, muito saboroso e muito bem organizado, você pode tirar uma soneca de uma hora embaixo das árvores ou aproveitar e confirmar melhor o sabor de um dos vinhos harmonizados no almoço. Por volta das 15h30 começa a viagem de volta, quando a paisagem fica mais bucólica e colorida. Deve ser o efeito dos vinhos do cerrado! A safra acontece nos meses de agosto e setembro, uma boa oportunidade para preparar a sua visita à plantação de uvas viníferas aqui perto. “A ideia de plantar uva nasceu mesmo da vontade de fazer o próprio vinho”, diz Adriana. “É muito mais fácil, mais tranquilo degustar do que fazer o vinho”, revela, brincando. “Eu bebia muito mais vinho antes, como degustadora, do que hoje como sócia de uma vinícola.” [caption id="attachment_302965" align="alignleft" width="300" caption="Colunista exalta a vitivinicultura do cerrado"][fotografo]Divulgação[/fotografo][/caption]O projeto é novo. Começou em 2003, quando o médico Marcelo Souza começou a procurar terras nos arredores de Brasília onde houvesse uma altitude maior. O clima de cerrado, com inverno seco, quente durante o dia e com noites frias, é muito interessante para as uvas. A produção é de 3.500 garrafas/ano. A procura é grande e tende a aumentar. No almoço, o menu degustação servido foi a taça de rosé Barbera com canapés + taça de vinho terroir pireneus com quiche de carne serenada e redução de frutas vermelhas ao vinho + taça de vinho bandeiras com ossobuco e polenta + sobremesa. É possível solicitar uma adaptação do cardápio em caso de restrição alimentar.   Mais informações: www.experimentebrasilia.com.br/experiencias/wine-tour-almoco-harmonizado   Mais sobre gastronomia
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Brasília gastronomia Miriam Moura vinho Wine Tour Fazenda Pireneus Cocalzinho de Goiás Terroir Barbera Tempranillo Syrah Barbera

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