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20/4/2015 | Atualizado 10/10/2021 às 16:27

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Foi assim que o senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, finalizou sua entrevista coletiva no último dia 10 de abril, quando se completavam 100 dias dos novos governos do PT de Dilma e Pimentel. Lembrava Aécio do naufrágio do navio Costa Concordia. O capitão Francesco Schettino foi um dos primeiros a abandonar o navio, contrariando a regra de que o Comandante deve ser o último a deixar o barco. A coordenação da Guarda Costeira, pelo rádio, num repto enfático, bradou: “Volte a bordo, cazzo”! Em resumo, assuma o leme, cumpra seu papel. Como bem disse Aécio, o pronunciamento do atual governo de Minas beirou o ridículo e o patético. Ao invés de apresentar metas e obras, se ateve Pimentel a olhar pelo retrovisor e se empenhar na tarefa nacional que o PT lhe deu de tentar desconstruir a imagem de Aécio e seu governo, como modelo de gestão. Lembro-me de minha juventude quando discutíamos a tentativa de Stalin de reescrever a história da URSS, reeditando o passado, inclusive cortando de fotos históricas seus adversários e dissidentes no PCUS. E a técnica do dirigente nazista Joseph Goebbels que advogava que uma mentira repetida infinita vezes viraria verdade. Como disse Aécio Neves em sua entrevista: “O futuro, o governo pode construir. O passado nenhum governo pode mudar”. É até possível entender a lógica de Pimentel e do PT. Há uma tarefa nacional prescrita por Lula e o PT nacional: é necessário aniquilar Aécio em Minas. Além disso, é uma reação a incômoda conjuntura. Lula, Dilma, Pimentel e o PT mergulharam o país numa crise profunda que só está começando. Tentam sair para ofensiva, já que José Dirceu, Delúbio, Genoino, André Vargas estão presos. E o Brasil e o mundo assistem perplexos ao maior escândalo da história do Brasil. A última Datafolha revela que 63% dos brasileiros querem o afastamento de Dilma e que Aécio lidera as pesquisas hoje. Cerca de 57% das pessoas acham que ela sabia da corrupção e deixou que ocorresse. O PT vive seu pior momento e o dever de casa em Minas é agredir o governo Aécio, reconhecido em todo o Brasil e por instituições internacionais. Mesmo à custa de reviver Stalin e Goebbels. As grandes obras de Pimentel, em cem dias de governo, são o fim do ensino em tempo integral que assistia a 180 mil crianças pobres, o fechamento da incubadora de empresas que estimulou jovens cientistas a criarem 70 startups que faturaram R$ 23 milhões desde 2013, o anúncio da compra de um novo jato para o governador ao custo de R$ 29 milhões, a criação de secretarias desnecessárias e a falta de uma ideia nova. Caro governador Pimentel, você usufruiu do êxito do governo Aécio: na Linha Verde, na duplicação da Antônio Carlos, no EXPOMINAS, na modernização do Hospital do João XXIII, na abertura do Hospital de Venda Nova, no Centro de Especialidades Metropolitano. Vada a bordo, governador Pimentel! Governe! Menos mentira, menos PT, mais ação! É o que desejam os mineiros! Mais sobre Minas Gerais
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Minas Gerais Lula PT Dilma PSDB Aécio Neves fernando pimentel gestão

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