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Bolsonaro pede desculpas por vídeo que compara STF a hienas

Congresso em Foco

29/10/2019 | Atualizado às 12:31

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Jair Bolsonaro fala com a imprensa na chegada a hotel em Riade, na Arábia Saudita[fotografo]José Dias/PR[/fotografo]

Jair Bolsonaro fala com a imprensa na chegada a hotel em Riade, na Arábia Saudita[fotografo]José Dias/PR[/fotografo]
O presidente Jair Bolsonaro pediu desculpas ao Supremo Tribunal Federal (STF) pela divulgação do vídeo publicado em seu Twitter em que compara a instituição a uma hiena que o acossa - ele é representado pela figura de um leão. Em viagem à Arábia Saudita, Bolsonaro disse ao jornal O Estado de S. Paulo que a publicação, apagada de sua conta duas horas depois da postagem, foi um erro. "Me desculpo publicamente ao STF, a quem, por ventura, ficou ofendido. Foi uma injustiça, sim, corrigimos e vamos publicar uma matéria que leva para esse lado das desculpas. Erramos e haverá retratação", afirmou o presidente. O episódio repercutiu mal no Supremo. O ministro Celso de Mello, decano a corte, criticou a publicação e disse que "o atrevimento presidencial parece não encontrar limites". A Organização das Nações Unidas (ONU), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), partidos políticos como o PT, o PCdoB e o seu próprio PSL, além de veículos de comunicação, também são representados por hienas no vídeo. No filme, o rei da selva se alia a outro leão, chamado "conservador patriota", parte para o contra-ataque e vence seus inimigos. "Vamos apoiar o nosso presidente até o fim. E não atacá-lo. Já tem a oposição para fazer isso!", dizem os letreiros sobrepostos às imagens da fuga. Veja o vídeo: "O vídeo não é meu, esse vídeo apareceu, foi dada uma olhada e ninguém percebeu com atenção que tinham alguns símbolos que apareciam por frações de segundos. Depois, percebemos que estávamos sendo injustos, retiramos e falei que o foco (nas redes sociais) são as nossas viagens", justificou Bolsonaro. O presidente procurou poupar de críticas o seu filho Carlos, responsável pela atualização de suas redes sociais. "Não se pode culpar o Carlos. A responsabilidade final é minha. O Carlos foi um dos grandes responsáveis pela minha eleição e é comum qualquer coisa errada em mídias sociais culpá-lo diretamente. A responsabilidade é minha, tem mais gente que tem a senha e não sei por que passou despercebido essa matéria aí", declarou. Nas últimas semanas Carlos apagou mensagens publicadas no Twitter do pai, alegando que havia se confundido com sua conta pessoal. > Jair, Globo, PT, STF e a democracia liberal na fogueira
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