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CPMI
Congresso em Foco
29/8/2025 12:10
O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), negou os rumores de que teria dado voz de prisão ao delegado Bruno Bergamaschi, da Polícia Federal, durante a oitiva reservada realizada na quinta-feira (29). O parlamentar afirma que houve apenas um desentendimento sobre quais informações poderiam ser concedidas pelo investigador.
Bergamaschi foi o delegado responsável por coordenar a Operação Sem Desconto, principal iniciativa da PF contra as fraudes com descontos associativos no INSS. Ele foi o segundo depoente da CPMI e, por tratar de uma oitiva sobre temas que poderiam influenciar as investigações, a reunião foi feita de forma reservada.
Durante o depoimento, o delegado não respondeu sobre questões que já foram publicadas, afirmando cumprir ordens superiores para proteção do sigilo da operação.
"Foi necessário que o STF se manifestasse para que o delegado mudasse de postura e esclarecesse os fatos. (...) Depois da decisão do STF, tudo ficou resolvido: o delegado deveria falar, salvo em situações que envolvessem informações realmente sigilosas. O que não estava em discussão", relatou Alfredo Gaspar em nota.
O parlamentar nega que a discussão tenha chegado ao ponto de envolver ameaças de coerção. "Como relator, apenas reforcei que não cabe à testemunha calar a verdade, salvo nas exceções previstas em lei. O que não era o caso. Por isso, não aceitei o silêncio como resposta", disse.
Gaspar também relatou ter questionado a falta de um pedido de prisão preventiva do lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "careca do INSS", investigado como principal articulador do esquema. "O que vale para ladrão de celular tem que valer também para bandido endinheirado. Ladrão de milhares de aposentados e pensionistas tem que ser preso imediatamente", declarou.
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