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Congresso em Foco
15/1/2026 14:21
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, comunicou a realização de uma reunião com presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, agendada para o dia 3 de fevereiro em território norte-americano, indicando uma possível melhora entre a relação dos dois países.
"O Conselho de Ministros tem um tema [narcotráfico], que foi o que intensificou o debate entre os EUA e a Colômbia - entre os governos, entre os presidentes - e que resultou num possível encontro", declarou Petro durante uma reunião do Executivo colombiano, transmitida pela televisão pública.
O presidente reiterou sua intenção de apresentar a Trump dados de sua administração sobre o tráfico de drogas, buscando que "ele compreenda realmente o que aconteceu nessa luta".
O ministro da Defesa da Colômbia, Pedro Sánchez Suárez, reuniu-se em Washington com autoridades do governo norte-americano para discutir o combate conjunto ao tráfico de drogas. Sánchez afirmou que o diálogo foi aberto e que a Colômbia e os EUA compartilham um inimigo comum: o narcotráfico. Ele enfatizou os esforços de Bogotá para erradicar o tráfico de drogas, mencionando a apreensão de mais de 2.840 toneladas de cocaína.
Na semana anterior, Petro informou ter conversado com Trump em 8 de janeiro, confirmando o acordo para um encontro na Casa Branca. Trump, por sua vez, declarou na rede social Truth Social que foi uma "grande honra falar com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, que ligou para explicar a situação das drogas e outras divergências que tivemos. Agradeci a sua chamada e o seu tom, e aguardo com expectativa encontrá-lo num futuro próximo".
O presidente norte-americano acrescentou que "estão sendo feitos os preparativos entre o secretário de Estado, Marco Rubio, e o ministro dos Negócios Estrangeiros da Colômbia" para a reunião. Em momentos anteriores, Petro criticou a ação militar na região e acusou os Estados Unidos de terem raptado o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, "sem fundamento legal". Trump chegou a classificar Petro como um "homem doente", que "gosta de consumir cocaína".
Em entrevista ao jornal espanhol El Pais, Petro alegou que os EUA tinham uma operação militar planejada no país e que temeu ser alvo de uma operação semelhante à ocorrida na Venezuela, onde forças norte-americanas capturaram Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.
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