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CÂMARA DOS DEPUTADOS
Congresso em Foco
13/2/2026 15:49
A Câmara dos Deputados abriu os trabalhos de 2026 em ritmo acelerado. Anualmente, o período pós-carnaval é utilizado pelos líderes da Casa para avançar na construção dos acordos de distribuição das comissões entre os partidos. Desta vez, o feriado será encerrado não apenas com o acordo pronto, mas também com a maioria dos colegiados já instalados, com presidentes eleitos em 25 das 30 comissões permanentes da Casa.
O acordo de comissões deste ano foi firmado ainda na primeira reunião de líderes, no final de janeiro, antes da sessão de abertura do Congresso. Os partidos preservaram os colegiados do ano anterior, com exceção da Comissão de Minas e Energia, transferida do PSD ao PL, e da de Agricultura, antes do PL e agora do PSD.
Dentre as duas comissões de admissibilidade, uma já tem presidente: a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) é presidida este ano por Leur Lomanto Júnior (União-BA). A de Finanças e Tributação ainda não possui presidente definido, cabendo à federação PT-PCdoB-PV indicar um nome.
Todas as comissões passam por um processo eleitoral interno para definição de seus presidentes. O partido indica um preferencial, mas outros membros da mesma sigla ou bloco podem se candidatar. Essas disputas, porém, são raras: o lançamento de um nome fora do acordo pode fragilizar a relação entre o parlamentar e a liderança de sua bancada.
Confira os presidentes das comissões instaladas antes do feriado:
Confira as comissões que restam:
Calendário reduzido
Em 2026, o controle das comissões tende a ser menos estratégico do que no restante da legislatura. Por se tratar de um ano eleitoral, Câmara e Senado operam em calendário reduzido. As atividades foram retomadas no início de fevereiro e seguirão até o recesso legislativo, em julho. Os trabalhos só serão retomados após a conclusão do primeiro turno das eleições, em outubro.
Além do prazo mais curto para a condução dos debates, nenhum partido tem garantia de manter maioria em seus colegiados ao longo do ano. No início de março, abre-se a janela partidária, período em que deputados podem trocar livremente de sigla conforme seus projetos eleitorais. Com isso, as bancadas ficam sujeitas a mudanças de tamanho, o que pode alterar o equilíbrio interno das comissões.
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