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Congresso em Foco
24/2/2026 17:32
O deputado Hélio Lopes (PL-RJ) realiza uma série de orações por Jair Bolsonaro no condomínio onde o ex-presidente morava antes de ser preso. Nas redes sociais, o parlamentar compartilha ao vivo os momentos em que se ajoelha na entrada do local e protesta contra a prisão de Bolsonaro, que chama de "injusta".
Em uma das transmissões, Hélio Lopes criticou a prisão de um "homem idoso", como chamou Jair Bolsonaro. Segundo o deputado, Bolsonaro deveria estar em casa.
"Estou em frente ao condomínio Solar de Brasília, condomínio que é a casa do meu irmão Jair Messias Bolsonaro, que está preso no 19º, injustamente, sem ter cometido um crime. Um cidadão idoso, depende dos cuidados médicos, era para estar aqui na casa dele."
Na mesma live, realizada na noite da segunda-feira (23), Hélio Lopes comparou os posicionamentos dos governos de Lula e Bolsonaro em relação ao Estado de Israel. O deputado afirmou que enquanto Bolsonaro apoiava, Lula vai à Organização das Nações Unidas (ONU) contra Israel o que, segundo ele, demonstra a relação dos dois com Deus.
Em outro vídeo, publicado na última semana, chamou as condenações de Bolsonaro de "balelas". "Não acharam um canivete, que atentato a democracia é este?", questionou.
O local, de acordo com o deputado, representa a esperança de que Bolsonaro voltará para casa não com a concessão de prisão domiciliar, mas como livre.
"Por que você ora sempre em frente ao condomínio, deputado? Porque eu creio, em nome de Jesus, que o meu irmão Bolsonaro vai voltar para casa dele. E tem que voltar para casa não é para ficar preso em casa não, é ficar livre."
Prisão
Bolsonaro está preso no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), conhecido como Papudinha, desde 15 de janeiro. O ex-presidente cumpre pena por tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, após condenação a 27 anos e e três meses pelo STF.
Inicialmente, o ex-presidente sofreu medidas cautelares que resultaram em sua prisão domiciliar desde 4 de agosto de 2025 em processo de coação enquanto estava em julgamento.
Ao violar sua tornozeleira eletrônica, teve a prisão decretada em 22 de novembro do mesmo ano e foi levado à Superintendência da Polícia Federal, em Brasília (DF), onde permaneceu até o último dia 15, quando foi tranferido.
Com o trânsito em julgado do processo pela trama que resultou nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, determinado em 25 de novembro, a prisão preventiva de Bolsonaro foi convertida em cumprimento de pena.
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