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Jornada de trabalho

Projeto torna obrigatório ponto biométrico no serviço público

Proposta cria sistema nacional para registrar e fiscalizar jornada de servidores.

Congresso em Foco

9/3/2026 17:00

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De autoria do deputado Vanderlan Alves (Republicanos-CE), o projeto de lei 820/2026 estabelece normas nacionais para controle da jornada de trabalho de servidores e empregados públicos dos Estados, municípios e do Distrito Federal. A proposta torna obrigatório o uso de ponto digital biométrico e cria sistemas de monitoramento para registrar e fiscalizar a frequência no serviço público.

O texto determina que todos os órgãos da administração direta e indireta adotem registro eletrônico de presença baseado em biometria. A regra vale para servidores efetivos, comissionados, contratados temporários, empregados públicos e terceirizados que atuem de forma contínua em repartições públicas.

Projeto estabelece penalidades para gestores que autorizarem pagamentos sem registro válido de frequência.

Projeto estabelece penalidades para gestores que autorizarem pagamentos sem registro válido de frequência.Freepik

A proposta também proíbe o uso de folhas manuais ou cartões de ponto impressos. Caso um servidor deixe de registrar presença por cinco dias consecutivos sem justificativa, o órgão deverá comunicar o caso aos órgãos de controle interno e ao Ministério Público.

O projeto cria ainda o Sistema Nacional de Controle de Frequência Pública (SICFP), que reunirá os registros de jornada dos servidores e permitirá o cruzamento de dados entre entes federativos. O sistema poderá ser acessado por órgãos de fiscalização, como tribunais de contas, controladorias e o Ministério Público.

Outra medida prevista é a criação do Cadastro Nacional de Jornadas Ativas (CNJA), que reunirá o histórico completo de frequência de cada servidor. De acordo com o texto, a ausência injustificada por 30 dias consecutivos levará à suspensão imediata do pagamento e à abertura de processo administrativo disciplinar.

O projeto também estabelece penalidades para gestores que autorizarem pagamentos sem registro válido de frequência, podendo responder por improbidade administrativa, responsabilidade civil e penal quando houver dolo.

Na justificativa, Vanderlan Alves afirma que a proposta busca combater práticas como "funcionário fantasma", fraudes de frequência e pagamentos indevidos no setor público. Segundo o deputado, a criação de um sistema nacional de controle pode ampliar a transparência e evitar desperdício de recursos públicos.

Confira a íntegra da proposta.

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