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CASO BANCO MASTER

Toffoli se declara suspeito de julgar prisão de Daniel Vorcaro

Ministro do STF alegou motivo de foro íntimo e deixou a 2ª Turma com quatro votos para analisar, nesta sexta-feira, a decisão de André Mendonça que determinou a prisão do dono do Banco Master.

Congresso em Foco

12/3/2026 | Atualizado às 7:46

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O ministro Dias Toffoli, do STF, declarou-se suspeito para participar do julgamento da decisão que levou à prisão preventiva de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A informação consta em despacho assinado pelo ministro às 20h37 desta quarta-feira (11), no qual ele afirma que deixa o caso "por motivo de foro íntimo" e determina o envio da decisão ao presidente da 2ª Turma, Gilmar Mendes, e ao relator do processo, André Mendonça.

A análise da prisão está marcada para esta sexta-feira (13), no Plenário virtual da 2ª Turma do STF. Como André Mendonça é o relator, a decisão individual que determinou a prisão precisa ser submetida ao colegiado, que decidirá se confirma ou revoga a medida.

Despacho em que Toffoli abre mão de julgar pedido sobre prisão de Vorcaro.

Despacho em que Toffoli abre mão de julgar pedido sobre prisão de Vorcaro.Reprodução

No despacho, Toffoli lembra que, ainda nessa quarta-feira, também se declarou suspeito para analisar o mandado de segurança do deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) para obrigar a Câmara a instalar a CPI do Banco Master. Esse pedido foi redistribuído, por sorteio, ao ministro Cristiano Zanin.

Com a saída de Toffoli, o julgamento da prisão de Vorcaro será feito por quatro ministros: Gilmar Mendes, presidente da 2ª Turma, André Mendonça, Nunes Marques e Luiz Fux. Em processos criminais, eventual empate favorece o réu.

O mandado de segurança apresentado por Rollemberg sustenta que o pedido de criação da CPI já preenche os requisitos constitucionais. Segundo o parlamentar, o requerimento reuniu 201 assinaturas, número superior ao mínimo de um terço da Câmara, além de apresentar fato determinado e prazo certo. Segundo Rollemberg, a demora na apuração pode causar prejuízos ao sistema financeiro e à credibilidade da fiscalização parlamentar.

Toffoli foi o primeiro relator do caso do Banco Master, mas acabou deixando a condução do processo sob forte pressão após a revelação de conexões entre negócios de sua família e a do banqueiro Daniel Vorcaro. O desgaste aumentou depois da divulgação de que um fundo ligado a Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro e também alvo da investigação, comprou parte da participação da empresa do ministro e de seus irmãos no resort Tayayá. Em meio à repercussão do caso e à pressão interna no Supremo, inclusive de colegas da Corte, Toffoli acabou se afastando da relatoria.

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dias toffoli Banco Master André Mendonça Rodrigo Rollemberg Daniel Vorcaro STF

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