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Escala 6x1

"Povo quer tempo para namorar", diz Lula ao defender fim da escala 6x1

Presidente diz que redução da jornada é necessária e pede que empresários não resistam à mudança.

Congresso em Foco

20/5/2026 12:09

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender nesta terça-feira (19) a redução da jornada de trabalho no modelo 6x1 — em que o trabalhador atua por seis dias consecutivos e folga um. Durante o Encontro Internacional da Indústria da Construção, Lula afirmou que os brasileiros querem mais tempo livre "para namorar".

Lula também pediu que empresários não "fiquem assustados" com a proposta e afirmou que a transição respeitará as particularidades de cada setor econômico.

"[O fim da] escala 6x1 é uma coisa que é necessária, porque hoje o povo quer mais tempo para ficar em casa, quer mais tempo para lazer, para estudar, para namorar."

Segundo o presidente, a mudança é necessária e pode ser acompanhada da adoção de novas tecnologias para compensar eventuais impactos na produtividade. Lula afirmou que a transição respeitará as particularidades de cada setor econômico.

"Ninguém vai impor na marra. É preciso respeitar a realidade de cada categoria, de cada profissão e de cada setor econômico."

A proposta de redução da jornada está em discussão em uma comissão especial da Câmara dos Deputados. O colegiado analisa pontos como carga horária semanal, período de transição e possíveis mecanismos de compensação para empregadores.

A expectativa inicial era de que o relator, Leo Prates (Republicanos-BA), apresentasse seu parecer nesta quarta-feira (20), mas a entrega foi adiada para a próxima segunda-feira (25). O motivo é a falta de acordo sobre o período de transição para implementação do novo modelo.

Após reunião com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), Prates afirmou que os principais pontos da proposta já estão "pacificados". A PEC deve prever o fim da escala 6x1, adoção de dois dias de folga semanais, jornada de 40 horas por semana, manutenção dos salários e fortalecimento das convenções coletivas.

O principal impasse está na forma de implementação da mudança. Uma das alternativas em discussão prevê redução gradual da jornada, com diminuição de uma ou duas horas por ano até alcançar o limite de 40 horas semanais. O governo federal, porém, defende que a nova regra entre em vigor sem período de transição.

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