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CASO BANCO MASTER

PF vê omissões e rejeita delação de Vorcaro; PGR ainda vai analisar

Polícia Federal avaliou que o material apresentado pela defesa acrescentava pouco às investigações. A PGR, no entanto, ainda pode analisar de forma independente a colaboração do banqueiro.

Congresso em Foco

21/5/2026 | Atualizado às 7:39

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A Polícia Federal rejeitou a proposta de delação premiada apresentada pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A decisão foi comunicada à defesa e ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, relator do caso Master.

A negociação vinha sendo conduzida em conjunto pela PF e pela Procuradoria-Geral da República. Apesar da negativa da Polícia Federal, a PGR ainda pode dar prosseguimento à análise do acordo de colaboração de forma independente.

Para a PF, Daniel Vorcaro omitiu informações em sua proposta de delação premiada.

Para a PF, Daniel Vorcaro omitiu informações em sua proposta de delação premiada.Rubens Cavallari/Folhapress

A avaliação dos investigadores foi a de que os anexos entregues pela defesa não trouxeram elementos novos ou suficientes para justificar o avanço do acordo. Segundo relatos da investigação, o material repetia informações já reunidas no inquérito da Operação Compliance Zero e não esclarecia pontos considerados centrais pelas autoridades.

Suspeita de omissões

Na PF, a percepção era de que Vorcaro evitava comprometer pessoas próximas e não detalhava a participação de nomes que, na avaliação dos investigadores, ocupariam posição mais alta na suposta organização investigada. A delação premiada depende da apresentação de informações novas, verificáveis e úteis à investigação.

A rejeição ocorre em meio ao aprofundamento das apurações sobre o Banco Master. A PF apreendeu ao menos oito celulares de Vorcaro, e a perícia inicial em parte dos aparelhos teria revelado indícios de que o caso vai além de suspeitas de fraudes financeiras.

A investigação apura suspeitas de corrupção, organização criminosa, uso de estrutura privada para intimidar adversários e acesso indevido a dados sigilosos. As suspeitas ainda dependem de conclusão das investigações e de eventual análise pelo Ministério Público e pelo Judiciário.

Vorcaro também foi transferido para uma cela comum na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, após pedido da própria PF. Com a rejeição pela Polícia Federal, o futuro da colaboração fica nas mãos da PGR. Até manifestação formal da Procuradoria, o caso segue com as investigações em andamento e com o banqueiro preso em Brasília.

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delação premiada André Mendonça Polícia Federal Daniel Vorcaro PGR STF

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