Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Eleições 2026

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosRadarEleições 2026
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Febraban defende Pix após proposta de tarifa de 25% dos EUA

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

MADE IN BRAZIL

Febraban defende Pix após proposta de tarifa de 25% dos EUA

Febraban defende Pix após proposta de tarifa de 25% dos EUA

Congresso em Foco

3/6/2026 | Atualizado às 9:04

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) saiu em defesa do Pix após o sistema ser citado em investigação comercial dos Estados Unidos que pode resultar em tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros.

Em nota, a entidade afirmou que o Pix foi interpretado de forma equivocada pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR). Para a Febraban, o sistema não é um produto comercial, mas uma infraestrutura pública de pagamentos.

Veja a íntegra do comunicado da Febraban.

Atacado pelos EUA, Pix ganha apoio da associação dos acos do Brasil.

Atacado pelos EUA, Pix ganha apoio da associação dos acos do Brasil. Pedro Ladeira/Folhapress

"O Pix é uma infraestrutura de pagamento, e não um produto comercial, que favorece a competição e o bom funcionamento do sistema de pagamentos e consequentemente da atividade econômica", afirmou a federação.

Modelo aberto

Segundo a Febraban, o Pix opera em um modelo "aberto e não discriminatório", com participação de bancos, fintechs e instituições financeiras nacionais e estrangeiras. A entidade afirma que não há restrição à entrada de novos participantes, desde que atuem no Brasil e sigam as regras do Banco Central.

"Não há qualquer restrição à entrada de novos participantes, de qualquer porte ou segmento da indústria financeira, desde que operem no mercado nacional", diz a nota.

Críticas ao relatório dos EUA

A Febraban atribuiu as conclusões do USTR à falta de informações sobre o funcionamento do sistema. "Acreditamos que as avaliações do USTR resultem mais de informações incompletas acerca dos objetivos e funcionamento do PIX", afirmou.

A entidade disse esperar que as contribuições do Banco Central, dos bancos brasileiros e de bancos americanos que atuam no país ajudem a esclarecer o tema durante a fase de audiência pública nos Estados Unidos.

A federação também destacou que o Pix foi desenvolvido com participação do sistema financeiro, é gratuito para pessoas físicas e pode ser cobrado de empresas, sem distinção entre companhias brasileiras e estrangeiras.

Para a Febraban, o sistema amplia a inclusão financeira, reduz custos e não substitui outros meios de pagamento, como cartões e crédito. A defesa ocorre em meio à pressão comercial dos Estados Unidos sobre o Brasil, que também é alvo de outra investigação relacionada a produtos fabricados com trabalho forçado.

Leia Mais

EUA miram Brasil com nova tarifa de 12,5% por trabalho forçado

Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Temas

Relações Internacionais Economia

LEIA MAIS

TENSÃO COMERCIAL

Tarifa de 25% dos EUA pode afetar US$ 15 bi em exportações, diz Amcham

NOVO TARIFAÇO

EUA miram Brasil com nova tarifa de 12,5% por trabalho forçado

Caso Master

Davi Alcolumbre: "Querem usar CPI do Master de palanque eleitoral"

NOTÍCIAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES