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Congresso em Foco
13/10/2026 12:49
Ana Elisa criticou nesta terça-feira (13) a atuação do TSE em relação ao canal de WhatsApp "Exército do Lula" e classificou as medidas judiciais como censura.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, ela questionou as restrições determinadas pelo ministro Nunes Marques, indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, e afirmou que canais de mobilização política não deveriam ser retirados do ar.
A manifestação ocorre após decisões envolvendo o funcionamento do grupo, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2026.
"A censura já começou", declarou Ana Elisa, ao comentar as medidas adotadas pela Justiça Eleitoral. Na gravação, ela compara o tratamento dado ao "Exército do Lula" com o canal "Tropa do Flávio", ligado a apoiadores do candidato à presidência Flávio Bolsonaro.
Segundo Ana Elisa, o canal de Flávio teria divulgado informações falsas, mas continuado em funcionamento. A deputada eleita afirma que a Justiça Eleitoral determinou a retirada das publicações questionadas, sem suspender o canal.
"Porque estava propagando fake news? Porque estava fazendo alguma coisa nesse sentido? Não. Porque eles estão com medo."
Na gravação, ela também apresenta números sobre o alcance dos canais de WhatsApp. Segundo Ana Elisa, a "Tropa do Flávio" reuniria cerca de 1 milhão de pessoas, enquanto o "Exército do Lula" teria mais de 4 milhões.
Apesar das críticas à campanha adversária, Ana Elisa declarou ser contrária à suspensão de canais políticos, independentemente de quem os administra. "Eu sou a favor que derrubem a tropa do Flávio? Não", afirmou.
Em seguida, defendeu que os participantes das redes sociais possam continuar recebendo e compartilhando informações, mesmo diante de divergências políticas.
"Mas as pessoas merecem ter o seu livre-arbítrio e o seu livre-direito à liberdade de imprensa e etc. Mas derrubar canais específicos, isso sim é censura à imprensa."
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