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Enem faz movimentos sociais adiarem manifestação a favor da prisão em segunda instância

Congresso em Foco

Autoria e responsabilidade de Victor Farias

27/10/2019 | Atualizado às 11:56

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Enem já havia sido adiado em novembro. [fotografo] Reprodução/EBC /fotografo]

Enem já havia sido adiado em novembro. [fotografo] Reprodução/EBC /fotografo]
Após críticas de estudantes que se preparam para fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) neste ano, movimentos sociais adiaram para 9 de novembro as manifestações que estão planejando a favor da prisão em segunda instância. > Terceiro dia de julgamento no STF termina com placar 4 a 3 a favor da prisão em segunda instância As reclamações sobre a escolha da data começaram ainda na sexta-feira (26) e foram vocalizadas nas redes sociais. Parte dos jovens contrariados endossaram a #Dia3EuNaoVou, que fazia contraposição à  #Dia3EuVou, criada por apoiadores das manifestações. A mobilização contrária à realização das manifestações no dia do Enem contou até com o apoio do ministro da Educação, Abraham Weintraub, que agradeceu no Twitter pela mudança na data.

Obrigado ao Movimento Avança Brasil pela decisão de mudar a data das manifestações. Agradeço aos líderes em nome do MEC pela empatia com os 5 milhões de brasileiros que farão o ENEM. https://t.co/KDhXKcbqiK

- Abraham Weintraub (@AbrahamWeint) 26 de outubro de 2019
Anualmente, o Enem mobiliza milhões de estudantes em todo o país, que tem que se deslocar com antecedência aos locais de provas para não perder a avaliação. Neste ano, 5.095.308 alunos se inscreveram na prova. Julgamento do STF As manifestações programadas para novembro buscam pressionar o Supremo Tribunal Federal (STF), que deve terminar o julgamento de três ações sobre prisão em segunda instância no começo do mês. Com o voto da ministra Rosa Weber, a expectativa é de que haja uma mudança no entendimento da Corte sobre o tema, em favor da tese que quer o cumprimento de pena somente após o trânsito em julgado dos processos. A mudança no entendimento pode beneficiar 4.895 presos, entre eles o ex-presidente Lula. > Decisão de Toffoli sobre Coaf suspende ao menos 700 processos na Justiça
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