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Para Dirceu, sua anistia não beneficia demais acusados

Congresso em Foco

11/2/2007 | Atualizado às 19:48

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O ex-deputado José Dirceu (PT-SP) rebateu hoje (11), em seu blog, que a sua eventual anistia abrirá caminho para que os também cassados Roberto Jefferson (PTB-RJ) e Pedro Corrêa (PP-PE) reconquistem seus direitos políticos.

Segundo o ex-ministro da Casa Civil, não é possível comparar o seu caso ao de Jefferson. “É preciso destacar que o ex-deputado do PTB é réu confesso. Não é o meu caso. Isso pode não contar legalmente para a anistia, mas é importante para a legitimidade e justiça do pedido de anistia dos que me apóiam”, escreveu Dirceu no artigo intitulado “O debate sobre a anistia”.

Nele, embora recomende a leitura, o ex-deputado critica dois artigos publicados no jornal O Estado de S. Paulo sobre o movimento em torno de sua anistia. Na última sexta-feira (9), integrantes da Juventude do PT lançaram extra-oficialmente a campanha que teria como objetivo reunir assinaturas para a apresentação de um projeto de lei de iniciativa popular determinando a reconquista dos seus direitos políticos, cassados por oito anos.

Dirceu também alega que sua anistia nada tem a ver com os inquéritos em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF), que envolvem ainda deputados que escaparam da cassação.

“Afirmar que a anistia, se concedida a mim, seria automaticamente benéfica para todos os acusados, é desconhecer que o que está sendo anistiado é a inelegibilidade por oito anos. Não os supostos ilícitos que cada denunciado teria praticado, segundo o Procurador Geral da República”, sustenta.

O ex-deputado prossegue: “É preciso informar corretamente os leitores e leitoras dos jornais que a anistia não tem nenhuma relação com a denúncia no STF. Que, se aceita, todo aquele que for condenado perderá os direitos políticos e, portanto, a elegibilidade”.

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