Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Câmara adia votação sobre processos de cassação

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

Câmara adia votação sobre processos de cassação

Congresso em Foco

18/4/2007 | Atualizado às 16:59

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA

O Conselho de Ética da Câmara suspendeu hoje (18) a votação sobre a admissibilidade da reabertura de processos de cassação contra os deputados Paulo Rocha (PT-BA), Valdemar Costa Neto (PR-SP) e João Magalhães (PMDB-MG). Os parlamentares são acusados de participação nos escândalos do mensalão e dos sanguessugas (conheça as acusações).

Após relatório contrário do deputado Dagoberto Nogueira (PDT-MS) ao prosseguimento das investigações, o petista José Eduardo Cardozo (SP) pediu vista do caso. O Conselho de Ética se reúne agora na próxima quarta-feira (25).

Conforme adiantou o Congresso em Foco, a tendência do Conselho de Ética é rejeitar a reabertura dos processos contra os três parlamentares (leia). Entretanto, o presidente do órgão, deputado Ricardo Izar (PTB-SP), que é favorável à retomada das investigações, acredita que a disputa será acirrada. Em caso de empate – 7 a 7 –, ele daria o voto de minerva>

“Infelizmente”

Dagoberto leu seu relatório em que diz que os processos não podem ser reabertos porque – mesmo após as acusações contra Rocha, Costa Neto e Magalhães –, eles foram reeleitos, ou seja, “absolvidos pela vontade popular”. Ao se explicar, o deputado disse que “infelizmente” a lei permitia certos “tipos de espertezas”.

Por isso, junto com seu relatório, Dagoberto propôs uma Proposta de Emenda à Constituição para os processos no Conselho de Ética poderem ser abertos mesmo quando acontecerem em outra legislatura.

O líder do Psol, Chico Alencar (RJ), que pediu a representação contra os três parlamentares, reclamou. “Voto não é absolvição e representação não é condenação”, argumentou. Maior rigoroso foi o tucano Mendes Thame (SP).

“Escárnio”

Ele considerou um “escárnio” o relatório de Dagoberto, que seria “absolutamente descolado de embasamento jurídico”. Thame se referiu ao fato de o relator citar que o próprio Supremo Tribunal Federal considerou que fatos cometidos em outras legislaturas podem ser investigados.

Mas em seguida, Dagoberto cita uma frase do ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP). A afirmação justifica que o deputado – no caso Pinheiro Landim, em 2003 – só poderia ser investigado porque cometeu os supostos atos ilícitos depois das eleições. Para Thame, isso significa colocar a opinião de um parlamentar acima de uma decisão do Supremo.

O tucano apresentou um voto em separado para apoiar a continuidade dos processos contra Rocha, Costa Neto e Magalhães. Os dois primeiros renunciaram ao mandato para suspenderem seus processos no Conselho. A investigação contra Magalhães não chegou a ser concluída a tempo de ser encerrado seu mandato anterior. (Eduardo Militão)

Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Temas

Reportagem

LEIA MAIS

Incor: ACM apresenta "insuficiência cardíaca"

Mão Branca afirma se sentir "mutilado" sem chapeú

Corregedoria vai analisar denúncia contra deputada

NOTÍCIAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES