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Você já viu esse filme várias vezes: grupo terrorista espalha um vírus letal para desestabilizar uma Nação e obter ganhos políticos. Na ficção, quase sempre “roliudiana” os inimigos já foram russos, chineses, árabes, curdos ou persas e têm como líder dessa conspiração um criminoso patético e maniqueísta capaz de perpetrar o ato às suas expensas.
O Brasil vem assistindo a essa trama desde o início da pandemia da covid-19, quando uma alentada rede de perfis falsos e robôs de internet aliados a uma criatividade mórbida trabalha uma avalanche de mentiras para mutilar as ações em defesa da saúde e da sobrevivência de nosso povo.
As mentiras vão desde a “gripezinha” aos boatos sobre “caixões vazios”. Transitam do “primo do vizinho do amigo” que se curou com cloroquina ao “risco” de se usar máscaras.
A diferença com as tramas de Hollywood, porém, é que os inimigos não vêm de fora, bancam sua campanha maléfica com dinheiro público e não estão no exterior, mas instalados no chamado “Gabinete do Ódio” do Palácio do Planalto.