Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Colunas >
  3. Presidente Bolsonaro discute saídas para a crise dos combustíveis | Congresso em Foco

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News
LEIA TAMBÉM

Rudolfo Lago

2024: a anti-odisseia de Marçal

Rudolfo Lago

Viramos um país triste...

Rudolfo Lago

Você pode fumar baseado?

Rudolfo Lago

Pequenas legendas, grandes negócios

Rudolfo Lago

Pimenta no Leite é refresco?

Economia

Presidente Bolsonaro discute saídas para a crise dos combustíveis

Bolsonaro conversa com os ministros da Casa Civil, da Economia, de Minas e Energia e com o presidente do Banco Central.

Rudolfo Lago

Rudolfo Lago

9/3/2022 9:00

A-A+
COMPARTILHE ESTA COLUNA

Foto: Isac Nóbrega/PR

Foto: Isac Nóbrega/PR
O presidente Jair Bolsonaro fará uma reunião com ministros e auxiliares para tentar encontrar uma saída para a disparada no preço dos combustíveis. A crise, que já afeta os bolsos dos brasileiros há algum tempo, foi agravada ainda mais com a guerra entre a Rússia e a Ucrânia. As decisões tomadas na terça-feira (8) tanto pelos países do bloco ocidental quanto pela própria Rússia no sentido de reduzir a compra de produtos russos – entre eles gás e derivados de petróleo – deve fazer o preço subir ainda mais. Na terça-feira (8), o preço do barril de petróleo Brent fechou o dia a US$ 127,98 o barril, alta de 3,9%. Desde o início dos conflitos na Europa, o preço já aumentou mais de 30%. A reunião começa às 11h no Palácio do Planalto. De acordo com a agenda divulgada, estarão presentes, além de Bolsonaro, o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira; o ministro da Economia, Paulo Guedes; o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. O conteúdo deste texto foi publicado antes no Congresso em Foco Insider, serviço exclusivo de informações sobre política e economia do Congresso em Foco. Para assinar, clique AQUI e faça uma degustação gratuita de 30 dias. À tarde, o Senado deve começar a votar o PLP 11/2020 e o PL 1472/0221, que visam tentar conter a alta nos preços. Os dois projetos são relatados pelo senador Jean Paul Prates (PT-RN). Até a semana passada, o governo resistia aos dois projetos. Mas como são as saídas mais imediatas para dar uma resposta à crise, já aceita a sua aprovação. Ontem, em almoço da Frente Parlamentar do Empreendedorismo, as chances de aprovação dos dois projetos foram avaliadas. O Congresso em Foco acompanhou o almoço. Os parlamentares já não têm muitas dúvidas quanto à aprovação do PLP 11, que estabelece uma alíquota única para a cobrança do ICMS, à qual os estados poderiam aderir imediatamente ou numa transição até o final do ano. Mas ainda tinham dúvidas quanto ao PL 1472, que cria um fundo de estabilização que seria acionado para subsidiar o preço dos combustíveis em momentos de alta maior. O agravamento da crise, porém, poderá fazer com que os dois projetos acabem aprovados. Na terça-feira (8), chegou-se a especular que o governo poderia partir para uma solução mais drástica, falando-se até em congelamento de preços enquanto perdurassem os efeitos da guerra no Leste Europeu. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que tal ideia está descartada. O que alguns avaliam é que poderá haver alguma medida tributária mais forte mesmo que a prevista nos projetos em tramitação no Senado. O deputado Christino Áureo (PP-RJ), que estava no almoço da Frente Parlamentar do Empreendedorismo, é autor de uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que autoriza a União, os estados e municípios a reduzir, e até retirar, a cobrança de impostos sobre combustíveis em caráter temporário pelos anos de 2022 e 2023. Além da reunião para discutir a crise dos combustíveis, Bolsonaro despacha, às 15h30, com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogerio Marinho.
Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Tags

Jair Bolsonaro petróleo ICMS guerra Rússia combustíveis Paulo Guedes Paulo Guedes. Jair Bolsonaro

Temas

Economia Governo Notícia
COLUNAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES