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Pedro Valls Feu Rosa
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28/2/2017 | Atualizado 10/10/2021 às 16:40
[fotografo]Imagens/TV Brasil[/fotografo][/caption]religiosas. Diante de um número tão sério, seria o caso de se perguntar: cadê o Estado?
Minha descoberta seguinte foi assustadora: nada menos que 10% das doenças que afetam a humanidade e 6,3% de todas as mortes delas decorrentes poderiam ser evitadas se as pessoas dispusessem de saneamento básico - um simples serviço de saneamento básico!
Apurei que os hospitais norte-americanos arrancam de seus pacientes nada menos que US$ 10 bilhões a cada ano em valores indevidos. Em tempo: a expressão "arrancam" deve-se a que 90% das contas lá pagas são claramente fraudulentas.
Ainda sobre aquele país, assustei-me ao saber que 52 milhões de habitantes não tem qualquer assistência médica - daí 41% da população estarem pagando prestações de tratamentos médicos ou às voltas com os tribunais por não terem tido condições de pagá-los. A propósito, 25% dos norte-americanos jogam suas receitas no lixo por não terem condições de adquirir os medicamentos prescritos.
Este quadro insustentável, segundo aprendi, é sustentado por conta de existirem em Washington quatro lobistas da área da saúde para cada membro do Congresso. Aos resultados: uma criança nascida em El Salvador enfrenta taxas de mortalidade de 9,7%, enquanto que em Detroit de 15,5% - algo tão surpreendente quanto repulsivo, consideradas as diferenças entre os dois países.
Anoto, finalmente, que a cada ano 2,3 milhões de semelhantes nossos morrem vítimas de apenas oito doenças por não terem acesso a simples vacinas.
E é assim, diante destes números, que chego a uma conclusão: o problema da saúde está no coração - mais precisamente na falta dele.Judiciário
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