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Revelações de Paulo Marinho aumentam cerco sobre Bolsonaro

Congresso em Foco

Autoria e responsabilidade de Edson Sardinha

18/5/2020 | Atualizado às 7:36

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[fotografo]Roque de Sá/Agência Senado[/fotografo]

[fotografo]Roque de Sá/Agência Senado[/fotografo]
A acusação feita pelo empresário Paulo Marinho de que o senador Flávio Bolsonaro foi avisado por um delegado de que seu então assessor Fabrício Queiroz seria alvo de investigação na Operação Furna da Onça elevou o nível de tensão da crise política. Marinho, que foi um dos principais colaboradores da campanha de Bolsonaro e é suplente de Flávio, deverá prestar depoimento à Polícia Federal no inquérito que apura a denúncia feita por Sergio Moro de que o presidente tentava interferir politicamente na PF. >Entidades acusam governo de "omissão deliberada" no controle da covid-19 Segundo o empresário, Flávio contou a ele que a operação, que seria realizada entre o primeiro e o segundo turno, foi adiada para não prejudicar a campanha de Bolsonaro em 2018. A oposição anunciou nesse domingo que vai entrar com representação contra o senador na Comissão de Ética do Senado e pedir uma CPI. Autores de pedidos de impeachment pretendem reforçar seus argumentos para tentar levar o processo adiante. Também será apresentado pedido de anulação das eleições sob a alegação de que houve fraude eleitoral. Queiroz era funcionário de Flávio no seu gabinete de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e é investigado por acusações de rachadinha e desvio de dinheiro público na Alerj. O senador é suspeito de se apropriar de parte do salário de seus funcionários na época. De acordo com Marinho, Flávio também teria sido avisado pelo delegado em questão de que deveria afastar Queiroz preventivamente. O ex-policial e a filha, que também era funcionária do gabinete na Alerj, foram exonerados em 15 de outubro de 2018. Segundo o empresário, que é presidente do PSDB no Rio e pré-candidato a prefeito, as conversas podem "explicar" o interesse de Bolsonaro em controlar a Superintendência da Polícia Federal no Rio, causa primeira dos atritos que culminaram na saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça. O caso foi revelado por Marinho em entrevista à colunista Monica Bergamo, da Folha de S.Paulo. Em resposta às acusações, a assessoria do senador Flávio Bolsonaro disse haver interesse político por trás das falas de Paulo Marinho. "Ele sabe que jamais teria condições de ganhar nas urnas e tenta no tapetão", diz a nota enviada pelo gabinete do senador. >Bolsonaro junta ministros em ato pró-governo, na 63ª violação a isolamento
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