Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Serraglio deve pedir o indiciamento de Gushiken

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

Serraglio deve pedir o indiciamento de Gushiken

Congresso em Foco

13/11/2005 | Atualizado 14/11/2005 às 13:16

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA

O relator da CPI dos Correios, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), disse que está “bem próximo” de pedir o indiciamento de Luiz Gushiken. ex-ministro da Secretaria de Comunicação de Governo (Secom) e atual chefe do Núcleo de Assuntos Estratégicos (NAE). Em entrevista à revista IstoÉ Dinheiro desta semana, o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato afirmou que os pagamentos do banco estatal à DNA, agência de Marcos Valério Fernandes de Souza, foram autorizados por ele por ordem de Gushiken. O ex-ministro, segundo ele, era quem supervisionava os contratos de publicidade das estatais.

Segundo a CPI, o BB pagou R$ 73,8 milhões à DNA antecipadamente, por serviços da conta de publicidade da Visanet, entre 2003 e 2004. Desse dinheiro, R$ 10 milhões teriam sido repassados por Valério ao caixa dois do PT. “É bem provável que seja pedido o indiciamento de Gushiken, estamos bem próximos disso. Além das declarações de Pizzolato há o episódio dos Correios, onde a Secom tinha maioria na comissão de licitação”, afirmou Serraglio. Valério também possuía a conta dos Correios, em que há suspeitas de irregularidades.

Para o ex-titular da Secom, a CPI não tem amparo legal para pedir o seu indiciamento. "O Osmar Serraglio ignora a lei e o que eu falei na CPI. Ele está se baseando em uma mentira deslavada do Pizzolato. Tem que ler a legislação para fazer essas coisas, não pode ser assim tão destemperado", disse.

Segundo Gushiken, a Secom, extinta após o início da crise política, não tinha a atribuição de supervisionar contratos que não são de estatais, como a da Visanet - empresa de capital aberto cujo Banco do Brasil detém 31,9% da participação acionária. “As campanhas de publicidade da Visanet nunca passaram pela Secom”, disse.

O relator da CPI, no entanto, contesta essa afirmação. "A Visanet não é estatal, mas um terço de seu patrimônio é do Banco do Brasil. Para efeito jurídico, esses recursos são da estatal (BB).”

Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Temas

Reportagem

LEIA MAIS

Dinheiro teria abastecido o caixa dois do PT

Saiba quais podem ser os desdobramentos da crise na Marinha

Saiba quais podem ser os desdobramentos da crise na Marinha

NOTÍCIAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES