Entrar
Cadastro
Entrar
Publicidade
Publicidade
Receba notícias do Congresso em Foco:
TRAMA GOLPISTA
Congresso em Foco
5/1/2026 9:25
No último sábado (3), a defesa de Filipe Martins solicitou ao STF que o ex-assessor de Bolsonaro retornasse à prisão domiciliar. Martins foi preso pela Polícia Federal (PF) após o descumprimento das medidas cautelares.
Segundo o despacho de Alexandre de Moraes que solicitou a prisão, o ex-assessor realizou uma pesquisa na plataforma Linkedin, o que foi interpretado como violação direta da ordem judicial que proibia o acesso a redes sociais.
A prisão preventiva foi decretada após um coronel da reserva informar ao STF que Martins teria visualizado seu perfil no Linkedin. A defesa contestou a decisão e sustentou que Moraes deixou de considerar as justificativas apresentadas após pedir esclarecimentos sobre o alegado uso da rede social.
De acordo com os advogados, Martins não utiliza o LinkedIn há aproximadamente três anos, e o ministro teria acolhido imagens juntadas ao processo sem que fosse feita uma verificação técnica.
Acusação
Durante o governo Bolsonaro, Filipe Martins foi apontado como integrante do chamado "gabinete do ódio", grupo acusado de usar redes sociais para difundir desinformação contra adversários de Bolsonaro. De acordo com o tenente-coronel Mauro Cid, delator da trama golpista, o ex-assessor foi responsável pela apresentação da chamada "minuta golpista" ao ex-presidente. Segundo Cid, Martins fez alterações no texto de acordo com propostas de Bolsonaro.
Temas
LEIA MAIS
Liberdade de expressão
STF declara inconstitucional lei de Sorocaba sobre Marcha da Maconha