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Girão afirma ter assinaturas para CPI do Banco Master no Senado

Segundo senador, 42 dos 81 integrantes da Casa assinaram requerimento. Criação de comissão depende de Davi Alcolumbre.

Congresso em Foco

20/1/2026 | Atualizado às 7:49

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O senador Eduardo Girão (Novo-CE) afirmou ter reunido assinaturas suficientes para a criação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) no Senado destinada a investigar suspeitas de irregularidades envolvendo o Banco Master. Segundo o parlamentar, o requerimento conta com 42 assinaturas, número bem acima do mínimo exigido — um terço dos senadores, equivalente a 27 apoios.

A decisão política de instalar ou não a comissão depende do presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), a quem cabe fazer a leitura do requerimento em Plenário e indicar um presidente para conduzir os trabalhos da CPI. Atualmente, o Congresso mantém em funcionamento a CPMI do INSS, formada por deputados e senadores, e a CPI do Crime Organizado.

Eduardo Girão encabeça movimento no Senado para instalação de CPI do Banco Master.

Eduardo Girão encabeça movimento no Senado para instalação de CPI do Banco Master.Waldemir Barreto/Agência Senado

Mesmo durante o recesso legislativo, a articulação política em torno do caso ganhou força. Parlamentares de oposição e também da base do governo do presidente Lula (PT) têm se mobilizado para viabilizar investigações parlamentares sobre o Banco Master. No último dia 31, a oposição na Câmara informou ter reunido assinaturas de 177 deputados e 28 senadores, número suficiente para a criação de uma comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI).

Segundo o vice-líder da oposição, deputado Carlos Jordy (PL-RJ), o pedido será protocolado em fevereiro, com a retomada dos trabalhos legislativos. Ele afirmou que continuará a coleta de assinaturas por receio de que alguns parlamentares sofram pressão para retirar o apoio à investigação.

A CPMI proposta tem como objetivo apurar suspeitas de fraudes financeiras atribuídas ao Banco Master, estimadas pela Polícia Federal em mais de R$ 12 bilhões, além de possíveis conexões político-institucionais relacionadas ao caso. Um dos principais alvos políticos da oposição é o ministro Alexandre de Moraes, do STF, em razão de um contrato firmado entre o banco e o escritório de advocacia de sua esposa, Viviane Barci.

Para que a CPMI seja efetivamente instalada, além do protocolo do requerimento, é necessária a leitura do pedido em sessão conjunta do Congresso Nacional, atribuição que também cabe a Davi Alcolumbre. No texto do requerimento, a oposição argumenta que as investigações criminais em curso não seriam suficientes para esclarecer todas as dimensões do caso. O documento defende a apuração de responsabilidades políticas e institucionais, eventuais falhas na regulação e supervisão do sistema financeiro, impactos econômicos e a necessidade de possíveis mudanças legislativas para evitar episódios semelhantes.

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