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Parlamentares se manifestam sobre caso Orelha: "Inaceitável"

Agressão sofrida pelo cachorro em Santa Catarina causou comoção entre parlamentares de base governista e de oposição.

Congresso em Foco

27/1/2026 | Atualizado às 11:49

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Nos últimos dias, a repercussão da violência cometida contra o cachorro Orelha em Santa Catarina chegou ao Congresso e parlamentares se manifestaram sobre o caso nas redes sociais. O animal foi agredido por um grupo de adolescentes em Praia Brava, no norte de Florianópolis (SC), e precisou ser submetido à eutanásia.

Na segunda-feira (26), a deputada Erika Hilton (Psol-SP) chamou o episódio de inaceitável e reiterou que seu mandato seguirá atento ao caso e às investigações.

Erika Hilton afirmou que, além dos adolescentes, a Polícia Civil de Santa Catarina investiga três adultos também suspeitos do crime de coação, por impedirem ou atrapalharem o andamento das investigações.

"O maltrato contra animais é inaceitável, e mais inaceitável ainda é a possibilidade de que os responsáveis por algo tão bárbaro sejam protegidos em razão do saldo bancário de seus pais."

Publicação da deputada Erika Hilton no X.

Publicação da deputada Erika Hilton no X.Reprodução/X

O deputado Kim Kataguiri (União-SP) também criticou o ocorrido. Em postagem no X na segunda-feira (26), pediu que seus seguidores impulsionassem a publicação para que chegassem às testemunhas do crime.

Kim Kataguiri chamou os quatro adolescentes suspeitos de agredirem Orelha de "psicopatas mirins". "Que educação os pais deram para esses moleques?", questionou o parlamentar.

Publicação do deputado Kim Kataguiri no X.

Publicação do deputado Kim Kataguiri no X.Reprodução/X

Conhecido por ligação na causa animal, o deputado Delegado Bruno Lima (PP-SP) fez uma série de publicações da rede social X (antigo Twitter). Bruno Lima pediu a seus seguidores que subissem a hashtag #JustiçaPorOrelha.

No sábado (24), o parlamentar demonstrou apoio à população local, que realizou uma manifestação reivindicando justiça pela morte do animal. "O protesto na Praia Brava é o grito de um povo que não aguenta mais tanta violência", escreveu Bruno Lima.

Publicação do deputado Delegado Bruno Lima no X.

Publicação do deputado Delegado Bruno Lima no X.Reprodução/X

O senador Fabiano Contarato (PT-ES) chamou o episódio de "totalmente revoltante". Contarato defendeu ser necessário ensinar aos envolvidos civilidade e que atos trazem consequências.

"Amado por toda a comunidade, ele teve a vida tirada de forma brutal pelas mãos de ao menos quatro adolescentes - que, além de civilidade, também precisam aprender que todo ato tem consequências."

Ele também relembrou dois projetos. O primeiro, que endurece penas para maus-tratos aos animais (Lei nº 14.064/2020), foi relatado por Contarato no Senado, e o outro, de sua autoria, aumenta o tempo de internação para menores infratores (1.473/2025).

Publicação do senador Fabiano Contarato no X.

Publicação do senador Fabiano Contarato no X.Reprodução/X

Agressão

Orelha, também chamado de Preto, era um cachorro comunitário, adotado há quase uma década por moradores da Praia Brava. Em 15 de janeiro, o animal foi encontrado gravemente ferido por residentes da região depois de dias desaparecido.

A suspeita é de que os adolescentes tenham utilizado pedaços de madeira para agredir o cachorro. No dia seguinte ao que Orelha foi encontrado, a Polícia Civil abriu inquérito na Delegacia de Proteção Animal.

Segundo a apuração, antes do ataque o mesmo grupo teria tentado afogar outro cachorro comunitário no mar. O animal sobreviveu e foi adotado pelo delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel.

A polícia investiga o envolvimento de três adultos por coação no processo. Também foram identificados indícios de ameaça e porte ilegal de arma.

Na segunda-feira (26), foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas casas de investigados. A operação também buscou a apreensão de uma arma na casa de um adulto que teria ameaçado uma testemunha do episódio, mas o objeto não foi encontrado.

Em vídeo publicado na segunda-feira (26), o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, afirmou que a violência "não se trata apenas de um ato isolado". O chefe do Executivo estadual disse ter solicitado à Polícia Civil que iniasse investigação no dia que soube do ocorrido e pediu maioridade penal.

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