Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Eleições 2026

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosRadarEleições 2026
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Moraes vota por não referendar e vetar prorrogação da CPMI do INSS

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

STF

Moraes vota por não referendar e vetar prorrogação da CPMI do INSS

Ministro foi terceiro a se manifestar e criticou o "desvio de finalidade" do colegiado.

Congresso em Foco

26/3/2026 | Atualizado às 17:23

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA

O ministro Alexandre de Moraes votou nesta quinta-feira (26) para não referendar liminar de André Mendonça para prorrogar a CPMI do INSS por mais 60 dias. Moraes foi o terceiro a votar e seguiu entendimento semelhante ao de Flávio Dino.

Em seu voto, Moraes criticou o "desvio de finalidade" em relação às fraudes previdenciárias que o colegiado foi criado para apurar. Para o ministro, isso tornou a atuação da CPMI "absolutamente inconstitucional".

"A CPMI fez um quadradinho com imagens e fotos, inclusive de colegas parlamentares, e foi necessário o ministro André determinar imediatamente o retorno disso, pelo total desrespeito, ou seja, se desvirtuou e quer uma prorrogação automática, é um desvirtuamento absolutamente inconstitucional."

Moraes destacou ainda o vazamento de dados sigilosos originados no inquérito da Polícia Federal que, segundo o ministro, foram distribuídas a jornalistas. Não há comprovação de que os documentos foram vazados pela CPMI, fato destacado durante o julgamento por Mendonça.

Apesar das críticas, o ministro reiterou a importância das CPIs, inclusive na apuração dos descontos não autorizados em benefícios previdenciários, mas afirmou que não há "direito líquido e certo" para obrigar a prorrogação.

Prorrogação

Na liminar, André Mendonça deu prazo de 48 horas para que o Congresso realizasse a leitura do pedido de prorrogação. Como isso não ocorreu, o ministro estabeleceu que a leitura fosse considerada automaticamente realizada, permitindo à própria comissão deliberar sobre a continuidade dos trabalhos.

Ao justificar a liminar, Mendonça afirmou que o caso revela uma situação excepcional em que deve prevalecer o direito da minoria parlamentar. Segundo ele, esse direito inclui não apenas a criação da CPMI, mas também sua prorrogação, desde que cumpridas as exigências formais previstas na Constituição e no regimento do Congresso. Inicialmente, a análise da liminar seria feita no plenário virtual, mas o relator levou o caso para julgamento presencial, o que acelerou a definição sobre a continuidade da comissão.

Se a prorrogação for confirmada, os parlamentares poderão continuar com depoimentos, pedidos de informação, análise de documentos e a conclusão da votação do relatório final. Se o plenário derrubar a liminar, a comissão volta a ficar sujeita ao encerramento previsto para sábado.

Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Tags

Alexandre de Moraes CPMI do INSS STF

Temas

Judiciário

LEIA MAIS

JUDICIÁRIO

Cristiano Zanin vota por derrubar liminar e não prorrogar CPMI do INSS

STF

Flávio Dino abre divergência e vota contra prorrogação da CPMI do INSS

STF

André Mendonça vota para prorrogar CPMI do INSS por 60 dias

NOTÍCIAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES