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Nova nota de R$ 200 entra em circulação nesta quarta

Congresso em Foco

Autoria e responsabilidade de Larissa Calixto

2/9/2020 | Atualizado às 15:17

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[fotografo] Reprodução/Banco Central] [/fotografo]

[fotografo] Reprodução/Banco Central] [/fotografo]
O Banco Central (Bacen) lançou na tarde desta quarta-feira (2) a nova nota de R$ 200 com a imagem do lobo-guará. Essa é a sétima cédula da família de notas do Real. Este ano serão produzidas 450 milhões de unidades da nota e ela entra em circulação a partir de hoje. O custo da impressão é de R$ 325 por cada milheiro de cédulas impressas.A instituição cria a nota para suprir o aumento da demanda por papel moeda durante o contexto da pandemia de coronavírus. >Partidos vão ao STF contra a criação da nota de R$200 O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, explicou que este aumento de demanda por papel moeda aumentou durante a crise não só no Brasil, mas também em outros países. Ele afirmou que a criação é uma "resposta do Banco Central pelas mudanças provocadas pela pandemia de covid-19. O momento singular que estamos vivendo trouxe diversos desafios, um deles foi o aumento da demanda da sociedade brasileira por dinheiro em espécie". Ele apontou também que durante este período é comum que as pessoas recorram a reservas em espécie. A diretora do Bacen, Carolina Assis Barros, explicou que o aumento desta demanda foi percebida pelo banco em abril, logo no início da crise sanitária. O que levou ao Conselho Monetário Nacional (CMN) a decidir pela criação da nota. > Bacen descarta vira-lata na nova nota, mas fará ação de proteção animal "O dinheiro em espécie ainda é a base das transações no nosso país, assim a falta de cédulas poderia significar um não acesso de grande parcela da população a itens de consumo básico", explica a diretora. Ela aponta que diante desta possibilidade, o Bacen começou a fazer estoques de segurança de cédulas. Segundo os estudos feitos pelo Banco Central a criação da cédula supriria a necessidade de um adicional de R$ 105,9 bilhões que precisaria ser gerado num espaço de cinco meses, levando em consideração também o pagamento de auxílios e FGTS realizados durante este período. Campos afirma também que não há como prever se a demanda continuará aumentando após a pandemia, já que este é um contexto sem precedentes. Segundo o presidente, o projeto já existia desde 2010 e foi lançando este ano em tempo recorde. O Bacen sinaliza que a impressão do papel moeda não influenciará na inflação e que a nota não é provisória. No evento também foram apresentados os recursos de segurança da nova nota. >Governo marca horário de entrega da PEC que muda estabilidade de servidores
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Crise econômica Banco Central BC Roberto Campos Neto pandemia crise sanitária nota de R$ 200 Carolina Assis Barros Bacen nota de 200 reais papel moeda

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