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Os deputados investigados na Lava Jato

Congresso em Foco

13/4/2017 | Atualizado 27/6/2017 às 21:46

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Confira a lista com os 63 deputados com inquéritos abertos no Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da Operação Lava Jato, e o que eles dizem sobre as investigações: Alfredo Nascimento (PR-AM) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Antonio Brito (PSD-BA) “Antonio Brito e Edvaldo Brito declaram que recebem a notícia da autorização para apuração dos fatos relativos à eleição de 2010 com total serenidade, uma vez que se trata de procedimento legal, no qual será possível apurar a verdade dos fatos. Destacam, ainda, que doações eleitorais recebidas, relativas a campanha de 2010, foram declaradas e aprovadas nas prestações de contas ao TSE”. Arlindo Chinaglia (PT-SP) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Arthur Maia (PPS-BA) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. André Moura (PSC-SE) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Andres Sanchez (PT-SP) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Arthur Lira (PP-AL) “O Deputado Federal Arthur Lira é o novo líder da bancada do Partido Progressista (PP) na Câmara dos Deputados. Ele foi eleito por aclamação para liderar os 46 deputados que compõem a quarta maior bancada da Casa. O líder esclarece que os inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) não têm elementos que corroborem os fatos. Trata-se de narrativas infundadas de delatores com inimizade patente com o parlamentar. Arthur Lira está à disposição da Justiça para esclarecer o que for necessário”. Aníbal Gomes (PMDB-CE) *O deputado já é réu na Corte. Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Altineu Côrtes (PMDB-RJ) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Betinho Gomes (PSDB-PE) “Em relação à notícia de que o ministro Edson Fachin determinou abertura de inquérito contra o deputado Federal Betinho Gomes, o parlamentar esclarece que: -Teve todas as contas de campanha contabilizadas e aprovadas pela Justiça Eleitoral; - Pedirá acesso à íntegra do referido inquérito; - Jamais defendeu interesses privados em detrimento do interesse público; - Nunca teve encontros com os referidos delatores mencionados pela imprensa. - Tem total interesse que o caso seja o mais rapidamente esclarecido”. Beto Mansur (PRB-SP) "Recebi doações feitas por empresas, dentre elas a Odebrecht, para minha campanha eleitoral. Essas doações foram efetuadas dentro da legislação vigente à época. Todas essas doações constam da minha prestação de contas, aprovada pela Justiça Eleitoral, com o nome da empresa, CNPJ, data e valor. Não há nada de errado e tudo foi feito com transparência e rigorosamente dentro da lei". Cacá Leão (PP-BA) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Carlos Zarattini (PT-SP) “Não tive acesso ao conteúdo das supostas delações envolvendo meu nome. Todas as minhas doações de campanha foram legais e declaradas nos órgãos competentes e aprovadas pelo Tribunal Regional Eleitoral.” Celso Russomanno (PRB-SP) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Daniel Almeida (PCdoB-BA) “Sobre as notícias citando o meu nome em possível investigação no STF, não tenho nada a temer. Os baianos e os brasileiros conhecem minha trajetória de mais de 30 anos de atividade pública. Se algum inquérito for aberto, tenho total convicção que o destino será o arquivamento. ” Daniel Vilela (PMDB-GO) “As campanhas de Maguito Vilela, em 2012, e de Daniel Vilela, em 2014, foram feitas inteiramente com recursos contabilizados conforme determina o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e aprovadas pela Justiça Eleitoral. As prestações de contas estão disponíveis no site do TSE. Maguito e Daniel afirmam que nunca estiveram com os delatores, nunca falaram com eles e sequer os conhecem. Ambos refutam qualquer acusação. Informam ainda que não foram notificados das investigações do Supremo Tribunal Federal e que estão tranquilos e convictos de que a ação será arquivada porque não tem qualquer lastro na realidade”. Décio Lima (PT-SC) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Dimas Fabiano Toledo (PP-MG) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Dilceu Sperafico (PP-PR) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Eduardo da Fonte (PP-PE) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Fábio Faria (PSD-RN) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Heráclito Fortes (PSB-PI) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. João Carlos Bacelar (PR-BA) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. João Paulo Papa (PSDB-SP) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. José Carlos Aleluia (DEM-BA) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. José Reinaldo (PSB-MA) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. José Otávio Germano (PP-RS) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. José Mentor (PT-SP) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Jerônimo Goergen (PP-RS) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Julio Lopes (PP-RJ) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Jutahy Júnior (PSDB-BA) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Lázaro Botelho (PP-TO) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Luis Carlos Heinze (PP-RS) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Luiz Fernando Faria (PP-MG) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Marco Maia (PT-RS) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Maria do Rosário (PT-RS) “Quem não deve, não teme A medida é uma mera autorização do STF para apuração dos fatos sobre as delações da Odebrecht. No entanto a mera citação de meu nome me deixa indignada.  Não me calarei frente a este episódio e não me afastarei um milímetro sequer das causas que acredito e que o nosso trabalho representa. Vou disponibilizar meus sigilos fiscal, bancário e telefônico ao STF tamanha é minha tranquilidade. Meu nome e minha vida não estão à disposição para serem enxovalhados por ninguém em nenhum lugar”. Mário Negromonte Jr. (PP-BA) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Milton Monti (PR-SP) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Manoel Junior (PMDB-PB) – Licenciado Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Missionário José Olímpio (PP-SP) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Nelson Pellegrino (PT-BA) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Nelson Meurer (PP-PR) *O parlamentar já é réu no âmbito da Lava Jato na Corte. Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Ônix Lorenzoni (DEM-RS) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Paulinho da Força (SD-SP) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Paulo Henrique Lustosa (PP-CE) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Pedro Paulo (PMDB-RJ) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Rodrigo Garcia (DEM-SP) - Deputado Federal licenciado – atual Secretário de Habitação de SP Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Rodrigo Maia (DEM-RJ) “O processo vai comprovar que são falsas as citações dos delatores, e os inquéritos serão arquivados. Eu confio na justiça e vou continuar confiando sempre. O Ministério Público e a Justiça vão fazer o seu trabalho de forma competente, cabe ao Congresso cumprir seu papel institucional de legislar. Há separação dos poderes." Renato Molling (PP-RS) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Roberto Balestra (PP-GO) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Roberto Britto (PP-BA) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Sandes Júnior (PP-GO) – Suplente Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Simão Sessim (PP-RJ) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Vander Loubet (PT-MS) *O parlamentar já é réu no âmbito da Lava Jato. Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Vicente “Vicentinho” Paulo da Silva (PT-SP) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Vicente Cândido (PT-SP) “A respeito da citação de meu nome em lista de pedidos de inquérito do ministro Facchin (STF) – inicialmente vazada para o Estadão nesta terça-feira – informo que não recebi nenhuma notificação da Justiça até o momento e não tive acesso aos autos do processo. A forma com que a mídia trata os pedidos de abertura de inquérito confere ares de condenação. Vale ressaltar que os acusadores ainda precisarão provar o que disseram. Neste sentido, tenho certeza de minha idoneidade e me coloco a disposição para quaisquer esclarecimentos à justiça. É preciso deixar claro que este momento político clama por uma reforma política de fôlego, pede por mudanças na maneira em que fazemos política no Brasil. Desta maneira, aproveito o momento para fortalecer este debate. A população brasileira precisa voltar a acreditar e participar da vida política. Ficou ainda mais evidente: a política brasileira precisa sair da UTI”. Yeda Crusius (PSDB-RS) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Zeca Dirceu (PT-SP) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Zeca do PT (PT-MS) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado. Waldir Maranhão (PP-MA) Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia se manifestado.   Veja quem são os senadores investigados na Lava Jato Mais sobre Operação Lava Jato
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