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Congresso em Foco
14/7/2016 | Atualizado às 9:36
[fotografo]Luis Macedo/Câmara dos Deputados[/fotografo][/caption]O recurso do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afastado do exercício do mandato pelo Supremo Tribunal Federal (STF) desde o dia 5 de maio, volta a ser analisado nesta quinta-feira (14) pela Comissão de Constituição e Justiça. Após ser adiada na noite de ontem (13), o colegiado retoma hoje a análise do recurso apresentado pelo peemedebista para evitar sua cassação, aprovada há um mês pelo Conselho de Ética. O relator do recurso, Ronaldo Fonseca (Pros-DF), acolheu parcialmente os argumentos de Cunha e defendeu a realização de uma nova votação do parecer de Marcos Rogério (DEM-RO) no Conselho de Ética. Cunha é réu em duas ações penais no STF por envolvimento na Operação Lava Jato.
O encerramento da sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara na noite de ontem gerou bate boca entre os membros do colegiado. A alegação para que a sessão da CCJ fosse interrompida tem base regimental, mas é vista como mais uma manobra dos aliados de Cunha para tentar salvá-lo da cassação. Segundo o regimento, nenhuma comissão pode promover votações ou formalizar decisões quando já estiver iniciada a ordem do dia em plenário, quando a sessão se torna deliberativa.
Aos gritos de "vergonha!", parlamentares que acompanharam a reunião da CCJ - alguns desde as 10h da manhã - foram até Serraglio para tentar reverter a decisão. Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que participou da sessão de terça (12), voltou à Câmara na quarta (13) e afirmou que estará presente na sessão de hoje (quinta, 14) para se defender mais uma vez no colegiado.
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