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Presidente da Finatec contradiz reitor da UnB

Congresso em Foco

25/3/2008 15:36

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O presidente afastado do Conselho Superior da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), da Universidade de Brasília (UnB), Antônio Manoel Dias, negou hoje (25), em depoimento à CPI das ONGs, que tenha autorizado o repasse de R$ 470 mil da entidade para a compra de móveis do apartamento funcional ocupado pelo reitor da UnB,  Timothy Mulholland.

Antônio Manoel afirmou que só teve conhecimento do uso desse dinheiro por meio da imprensa. Em depoimento à CPI, no início do mês, Timothy disse que os gastos com a decoração do apartamento foram autorizados pelo conselho diretor da fundação.

"Eu entendo que esses recursos poderiam ser melhor aplicados", disse aos senadores. Antônio Manoel, entretanto, negou que tivesse autorizado a despesa. "Não tive participação nessas compras. Não compete ao presidente do Conselho autorizar esse tipo de despesa", afirmou. 
 
Durante a reunião de hoje, os senadores Alvaro Dias (PSDB-PR), Heráclito Fortes (DEM-PI) e Sérgio Guerra (PSDB-PE) questionaram os valores pagos pelas prefeituras em contratos assinados com a Finatec, superiores a R$ 10 milhões.
 
O senador Sérgio Guerra citou o exemplo da prefeitura de Recife, afirmando que a fundação não teria condições de executar o projeto contratado sem fazer subcontratações. O presidente licenciado da Finatec negou que a entidade tenha feito subcontratações. Alvaro Dias afirmou que a empresa Intercorp, contratada da Finatec, se utilizava da entidade para assinar contratos com as prefeituras sem licitação.
 
A senadora Fátima Cleide (PT-RO) questionou se a construção de um shopping center em Águas Claras, Brasília, estaria dentro dos propósitos da fundação. Antônio Manoel respondeu que a Finatec adquiriu o terreno para assegurar patrimônio e recursos para a instituição."O importante é que o resultado dessa aplicação será utilizado para investir nos projetos sociais e nas pesquisas da fundação", disse.
 
Provocado pelo senador Alvaro Dias, Antônio Manoel afirmou que não teria problema em quebrar seus sigilos fiscal, bancário e telefônico, mas que preferia que isso fosse feito pela Justiça. Amanhã a CPI deve votar uma série de requerimentos propostos pelos senadores. (Tatiana Damasceno)

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