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Dr. Rosinha chefiará missão do Mercosul na Bolívia

Congresso em Foco

19/11/2009 15:43

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Rudolfo Lago
 
Pela terceira vez, o deputado Dr. Rosinha (PT-PR) chefiará a delegação dos observadores do Mercosul numa eleição na Bolívia. Agora, será na eleição presidencial, marcada para o dia 6 de dezembro.
 
Integrante do Parlamento do Mercosul (Parlasul), Dr. Rosinha já coordenou os trabalhos dos observadores do bloco por duas vezes nos últimos anos.
 
"Espero que esta nossa nova missão tenha o mesmo êxito das anteriores, e que todas as normas eleitorais sejam cumpridas pelos candidatos e pelas autoridades bolivianas", diz o deputado.
 
Em agosto de 2008, quando houve o referendo revogatório de mandatos, que decidiu pela manutenção de Evo Morales no cargo de presidente da Bolívia, Dr. Rosinha chefiou uma delegação de 40 observadores eleitorais. Na ocasião, Morales obteve o apoio de 67,4% — quase 14 pontos percentuais acima do resultado alcançado por ele próprio nas eleições de 2005.
 
Em janeiro deste ano, os bolivianos voltaram às urnas e disseram "sim" à nova constituição e ao limite de 5 mil hectares das propriedades rurais (cada hectare equivale a 10 mil metros quadrados). Dessa vez, Dr. Rosinha coordenou uma equipe de 23 observadores no país.
 
As eleições do próximo mês de dezembro, que além de eleger o presidente também irão definir os integrantes do Poder Legislativo, estão previstas no texto da recém-aprovada Constituição do país.
 
Entre os candidatos à presidência estão Evo Morales (Movimento ao Socialismo, MAS), atual presidente; o ex-governador de Cochabamba Manfred Reyes Villa (Plano Progresso para Bolívia, PPB); e o empresário Samuel Doria Medina.
 
Villa governava Cochabamba até receber um "não" do eleitorado no referendo de 2008. Seu vice é Leopoldo Fernández, ex-governador do departamento de Pando, fronteira com o Acre, preso por suposta coautoria intelectual do massacre que matou ao menos 11 pessoas em Pando, a maioria pró-Morales, em setembro de 2008.
 
A lei boliviana indica que um candidato será reeleito se obtiver 50% dos votos mais um, ou então 40% dos votos com uma diferença de mais de dez pontos percentuais para o segundo colocado.

Com informações da assessoria de imprensa do deputado Dr. Rosinha
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