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Como cada deputado votou na reforma da Previdência

3/5/2017
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[caption id="attachment_292695" align="alignright" width="399" caption="Superada a etapa da comissão especial, desafio do governo agora será repetir performance em plenário"][fotografo]Luis Macedo/Câmara dos Deputados[/fotografo][/caption]Ensaio para a votação de plenário, onde o governo sabe que a reforma da Previdência precisa de apoio maciço, a decisão da comissão especialmente instalada da Câmara para promover mudanças nas regras de aposentadoria foi bem vista pelo presidente Michel Temer. Afinal, o texto foi aprovado por 23 votos a 14 (veja abaixo como votaram os deputados), cerca de 3/5 do colegiado de 37 deputados – proporção que o Planalto precisa manter em plenário para aprovar a matéria: por se tratar de proposta de emenda à Constituição (no caso, a PEC 287/2016), o número mínimo exigido é de 308 dos 513 deputados. Na comissão, eram necessários ao menos 19 votos – folga de quatro nomes para o governo. Reforma da Previdência é aprovada em comissão especial e segue para o plenário da Câmara No texto aprovado, a idade mínima para concessão da aposentadoria ficou fixada em 65 anos para homens e 62 para mulheres. O tempo de contribuição para ter direito ao benefício integral, inicialmente estipulado em 49 anos, ficou fixado em 40 anos de trabalho comprovado. Além disso, pelo texto, o tempo mínimo de contribuição sobe de 15 para 25 anos. Ao final da votação, o presidente Michel Temer agradeceu ao relator da matéria e aos demais deputados da base. “Se não reformarmos hoje, pagaremos amanhã o elevado preço de adiar decisões fundamentais”, disse, por meio de nota lida pelo porta-voz da Presidência da República, o diplomata Alexandre Parola. Confira como cada deputado votou (ordem alfabética): SIM Adail Carneiro (PP-CE) Aelton Freitas (PR-MG) Alexandre Baldy (PTN-GO) Arthur Maia (PPS-BA) – relator Bilac Pinto (PR-MG) Carlos Marun (PMDB-MS) – presidente da comissão Carlos Melles (DEM-MG) Darcísio Perondi (PMDB-RS) Evandro Gussi (PV-SP) Giuseppe Vecci (PSDB-GO) Julio Lopes (PP-RJ) Junior Marreca (PEN-MA) Lelo Coimbra (PMDB-ES) Magda Mofatto (PR-GO) Maia Filho (PP-PI) Marcus Pestana (PSDB-MG) Mauro Pereira (PMDB-RS) Pauderney Avelino (DEM-AM) Professor Victório Galli (PSC-MT) Reinhold Stephanes (PSD-PR) Ricardo Tripoli (PSDB-SP) Thiago Peixoto (PSD-GO) Vinicius Carvalho (PRB-SP)   NÃO Alessandro Molon (Rede-RJ) Arlindo Chinaglia (PT-SP) Arnaldo Faria de Sá (PTB-AP) Assis Carvalho (PT-PI) Assis do Couto (PDT-PR) Bebeto (PSB-BA) Eros Biondini (Pros-MG) Givaldo Carimbão (PHS-AL) Heitor Schuch (PSB-RS) Ivan Valente (Psol-SP) Jandira Feghali (PCdoB-RJ) José Mentor (PT-SP) Paulo Pereira da Silva (SD-SP) Pepe Vargas (PT-RS)   Leia a íntegra da nota de Temer:O Presidente da República expressa sua satisfação e congratula-se com as deputadas e os deputados da base de apoio do Governo. Sua atuação firme e comprometida com o Brasil foi fundamental para a aprovação na Comissão Especial da Câmara dos Deputados do parecer preparado pelo relator Arthur Maia. O número de votos favoráveis recebidos na Comissão demonstra o reconhecimento da sociedade brasileira quanto à necessidade e à urgência de reformar o sistema previdenciário no Brasil. Aprovado o texto, teremos uma Previdência que promove a justiça e, sobretudo, protege os menos favorecidos. Ao lado de buscar mais equidade, a reforma é também inadiável por uma razão simples: se não reformarmos hoje, pagaremos amanhã o elevado preço de adiar decisões fundamentais. A economia brasileira já voltou a crescer. Precisamos acelerar o crescimento, reduzir ainda mais os juros, criar mais empregos. Essa tarefa está sendo encarada com determinação pelo Presidente Michel Temer em razão de seu compromisso com o futuro dos trabalhadores e trabalhadoras mais pobres e vulneráveis do campo e das cidades brasileiras. Ao agradecer pelo apoio recebido hoje na Comissão Especial, o Presidente Michel Temer reitera seu chamado aos parlamentares dos partidos da base de sustentação do governo no Congresso Nacional para que renovem seu empenho com a agenda de reformas a fim de que seja garantida a aprovação da proposta no plenário da Câmara dos Deputados.”   Mais sobre reforma da Previdência
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