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PL Antifacção
Congresso em Foco
19/11/2025 7:50
A aprovação do PL Antificção pela Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (18), foi interpretada pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), como um passo institucional do país conta o crime organizado, e não como uma conquista partidária. O projeto recebeu 370 votos favoráves e 110 contrários, após o relator, Guilherme Derrite (PP-SP), apresentar seis versões do parecer até a votação final.
Motta comentou o resultado em sua conta na rede X (ex-Twitter). Para ele, "mesmo em tempos de polarização, um ponto de encontro entre diferentes versões de mundo é possível."
Ele ainda defendeu que, no debate sobre o que chamou de "Marco Legal de Combate ao Crime Organizado", não houve confronto entre mocinhos e vilões, reforçando que "os lados políticos podem até fazer valer suas narrativas, mas nunca podemos esquecer que o verdadeiro vilão é o crime organizado."
Para o parlamentar, o centro da discussão política não deveria ser a disputa, mas a realidade que enfrenta a população.
"O herói é o povo brasileiro, que sobrevive todos os dias com um crime cada vez mais organizado. Não é uma vitória de A ou B. É uma vitória do brasileiro."
Motta ainda afirmou que o papel do Legislativo não se limita à ratificação de projetos, defendendo que a função do parlamento não é "carimbar um projeto e passar adiante". Segundo ele, o compromisso do parlamento é debater as matérias e entregar a melhor versão possível, sendo o texto final correspondente a esse objetivo.
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