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JUSTIÇA
Congresso em Foco
6/1/2026 11:42
O ministro de Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, tem a intenção de deixar a pasta já nesta sexta-feira (9). O ministro já havia informado ao presidente que deveria se retirar do governo no primeiro semestre desde ano, mas Lula tentava manter Lewandowski no comando da pasta.
A antecipação da saída dele seria motivada pela crise da segurança pública enfrentada pelo Executivo no fim de 2025. A crise, em conjunto com as negociações do PL Antifaccção com parlamentares, teriam gerado desgates entre integrantes do próprio ministério.
O secretário-executivo da pasta, Manoel Carlos de Almeida, e o Secretário Nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo, também devem deixar o ministério. Contudo, Almeida deve permanecer como ministro interino até Lula anunciar um novo nome.
Lewandowski deve se afastar antes da aprovação, pelo Congresso, da PEC da Segurança Pública, principal bandeira da gestão do ministro à frente da pasta. O texto ainda depende de aprovação no plenário da Câmara dos Deputados e, posteriormente, de análise pelo Senado.
Operação Contenção
Em outubro, o Governo do Estado do Rio de Janeiro realizou a operação mais letal do estado para conter o avanço do Comando Vermelho (CV) nos complexos da Penha e do Alemão. A ação contou com a participação de cerca de 2.500 agentes policiais e mais de 120 mortos.
O ministro da Justiça e da Segurança Pública afirmou que não houve solicitação formal do governo fluminense para executar a ação.
A operação foi um dos grandes responsáveis por colocar em foco a crise de segurança pública no país, gerando debate entre parlamentares de oposição e governo acerca do PL Antifacção e a PEC da Segurança Pública, proposta pelo governo ao Congresso.
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