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Acordo Comercial
Congresso em Foco
16/1/2026 16:00
O Acordo Mercosul-União Europeia será assinado neste sábado (17), no Paraguai. O tratado estabelece a eliminação ou diminuição progressiva de 90% das taxas de importação e exportação ao longo de dez anos, juntamente com o aumento das cotas para mercadorias como carne bovina, etanol, açúcar e arroz.
O presidente da Comissão de Relações Exteriores (CRE), senador Nelsinho Trad (PSD-MS), comunicou a formação de uma subcomissão com o objetivo de monitorar a ratificação, fase que envolve a aprovação do Congresso Nacional, e a execução das medidas acordadas.
Segundo o senador, o grupo de trabalho atuará para acelerar a tramitação do processo legislativo.
A concretização do acordo entre os dois blocos econômicos resultará na maior zona de livre comércio global, com potencial para gerar um acréscimo de R$ 7 bilhões nas exportações brasileiras, conforme projeções da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex).
Acordo Mercosul-União Europeia
No dia 9 deste mês, os governos da União Europeia deram o sinal verde inicial ao tratado comercial negociado com o Mercosul.
A manifestação favorável do bloco abriu caminho para a assinatura do acordo, que vem sendo negociado desde 1999 e é considerado um dos mais amplos pactos comerciais já firmados pela UE.
Caso seja ratificado, o acordo criará uma das maiores zonas de livre-comércio do mundo, conectando o Mercosul a um mercado europeu de aproximadamente 451 milhões de consumidores.
Para o Brasil, principal economia do bloco sul-americano, o tratado é visto como uma ampliação do acesso a mercados e uma oportunidade que ultrapassa o setor agropecuário, alcançando também segmentos industriais.
Apoio
A aprovação do acordo foi celebrada na última segunda (12) pelos ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Simone Tebet (Planejamento).
Nas redes sociais, Haddad afirmou que "uma nova avenida de cooperação se abre nesse momento conturbado, mostrando um novo caminho de pluralidade e oportunidade".
Simone Tebet ressaltou que o acordo deve facilitar a entrada de produtos brasileiros em novos mercados consumidores, estimular investimentos e contribuir para a redução da inflação no país.
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