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Energia Renovável

Projeto cria programa de benefícios fiscais para energia renovável

Proposta visa estimular a sustentabilidade e combater as mudanças climáticas.

Congresso em Foco

8/2/2026 11:00

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Em tramitação na Câmara dos Deputados, o projeto de lei 1.338/25 propõe a instituição do programa Passaporte Verde. A política tem como objetivo a concessão de incentivos fiscais a empresas que utilizarem exclusivamente fontes de energia renovável em suas operações.

De autoria do deputado Marx Beltrão (PP-AL), a proposta visa estimular a sustentabilidade, combater as mudanças climáticas e impulsionar o desenvolvimento do setor de energia limpa no país. O autor argumentou que a transição para uma economia de baixo carbono é fundamental para o desenvolvimento sustentável.

O parlamentar afirmou que a medida é essencial para gerar "empregos verdes". Segundo o deputado, "ao oferecer benefícios fiscais para empresas que comprovem o uso exclusivo de energia renovável, o governo cria um ambiente favorável para a adoção de práticas sustentáveis, sem impor custos adicionais".

Torres Eólicas da cidade de Dom Inocêncio, no interior do estado do Piauí.

Torres Eólicas da cidade de Dom Inocêncio, no interior do estado do Piauí.Eduardo Anizelli/Folhapress

De acordo com o texto, para aderir ao programa, as empresas interessadas devem comprovar, por meio de laudos técnicos, que a totalidade de suas atividades é suprida integralmente por fontes de energia renovável. O projeto define como energia limpa as fontes:

  • solar;
  • eólica;
  • biomassa;
  • geotérmica.

Além de também considerar a energia dos oceanos e hidrelétrica, proveniente de pequenas centrais ou usinas de baixo impacto ambiental.

As empresas que atenderem aos requisitos estabelecidos terão direito a uma série de benefícios tributários, incluindo:

  • isenção de ICMS sobre a energia elétrica consumida;
  • isenção de IPI para produtos fabricados, exceto bens de luxo ou poluentes;
  • redução de 50% no Imposto de Renda (IRPJ) sobre o lucro operacional no ano seguinte à adesão;
  • redução de 25% no PIS e na Cofins (crédito presumido);
  • dedução de 100% dos investimentos em energia renovável da base de cálculo da CSLL.

O projeto estabelece que as empresas participantes terão prioridade em licitações públicas federais, estaduais e municipais. Além disso, a proposta prevê a criação de um Comitê Nacional de Energia Limpa e Sustentável, responsável por monitorar os impactos da medida na economia e no meio ambiente.

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Minas e Energia; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para ser convertida em lei, deve ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Confira a íntegra da proposta.

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