Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Após morte de professora, Pollon defende porte de arma a docentes

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

Câmara dos Deputados

Após morte de professora, Pollon defende porte de arma a docentes

Para o deputado, as mulheres também devem ter o direito de escolha de como se defender.

Congresso em Foco

9/2/2026 13:36

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA

Após o assassinato de uma professora universitária, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) defendeu que é necessária a criação de uma previsão legal que permita à mulher decidir a forma de se proteger.

"O Estado é incapaz de fornecer proteção para as mulheres. Casos como esse, incluindo feminicídios e até violência sexual contra a mulher, poderiam ser evitados se as mulheres tivessem o direito de escolha de como se defender."

Na Câmara dos Deputados, Pollon é autor de uma série de propostas que flexibilizam o porte de arma, como o projeto de lei 951/2023, que garante o porte de arma de fogo para mulheres em situação de violência doméstica ou familiar, ou em condição de risco à integridade física.

O deputado também propôs porte de arma de fogo para profissionais do magistério em efetivo exercício (5.784/2025) e a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na aquisição de armas de fogo para mulheres vítimas de violência doméstica ou que desempenhem atividade profissional em período noturno (766/2023).

Pollon está no primeiro mandato como deputado federal.

Pollon está no primeiro mandato como deputado federal.Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Segundo Pollon, esses projetos de lei de sua autoria buscam evitar que tragédias semelhantes se repitam.

"A imprensa ironizou e achincalhou quando apresentei projetos de lei para facilitar a aquisição de armas por mulheres e também para que professores pudessem se defender. Se essa professora de Direito pudesse se defender, ela teria uma chance."

Feminicídio

Juliana Mattos de Lima Santiago foi morta a facadas por um aluno em Porto Velho (RO), na noite da última sexta-feira (6). O crime aconteceu em uma sala de aula e foi registrado pela polícia como feminicídio. Além de professora de Direito Penal, Santiago era escrivã da Polícia Civil de Rondônia.

Como integrante da carreira policial, a escrivã é agente de segurança pública e pode portar arma institucional tanto durante o serviço quanto fora do horário de trabalho, inclusive em locais públicos, conforme regulamentações e treinamento da profissão.

Segundo o boletim de ocorrência, um policial que estava na faculdade deu voz de prisão ao estudante de Direito João Cândido da Costa Junior logo após o ataque. O autor do crime foi levado a uma unidade de pronto atendimento e, depois, encaminhado ao Departamento de Flagrantes, onde foi autuado. Hoje, está em prisão preventiva.

Juliana chegou a ser socorrida, mas chegou sem vida ao Hospital e Pronto-Socorro João Paulo II. A equipe médica constatou duas perfurações na região torácica e uma laceração no braço direito, provocadas por golpes de faca.

Tramitação

O projeto de lei que garante o porte de arma de fogo para mulheres em situação de violência doméstica ou familiar aguarda parecer na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara, onde é relatada pela deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP) desde 2024.

Já a proposta que concede porte de arma a magistrados está pronto para deliberação na Comissão de Educação da Casa. O deputado Capitão Alden (PL-BA), relator do projeto, foi favorável à aprovação.

A concessão de isenção fiscal na aquisição de armas de fogo foi apensada ao projeto 3.722/2012, que está pronto para deliberação em Plenário.

Leia Mais

Pollon apresenta pacote de projetos para ampliar porte de armas

Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Tags

Marcos Pollon porte de arma feminicidio câmara dos deputados

Temas

Congresso

LEIA MAIS

CÂMARA DOS DEPUTADOS

Hugo Motta transfere PEC do fim da escala 6x1 para a CCJ

CPMI DO INSS

"A verdade faz mal", diz Duarte Jr sobre ausência de depoente na CPMI

FRAUDE

CPMI do INSS cancela sessão após filho de Camisotti enviar atestado

NOTÍCIAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES