Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Eleições 2026

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosRadarEleições 2026
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Gilmar dá 72 horas para MP do RJ explicar pagamento de "penduricalhos"

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

SUPERSALÁRIOS

Gilmar dá 72 horas para MP do RJ explicar pagamento de "penduricalhos"

Ministro do STF afirma que dados enviados pelo Ministério Público do Rio são insuficientes e exige detalhamento de verbas indenizatórias pagas a membros da instituição.

Congresso em Foco

8/3/2026 | Atualizado 9/3/2026 às 7:26

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA

O ministro Gilmar Mendes, do STF, determinou que o Ministério Público do Rio de Janeiro apresente, em até 72 horas, informações detalhadas sobre o pagamento de verbas indenizatórias, conhecidas como "penduricalhos", a integrantes da instituição.

A decisão foi proferida nesse domingo (8), no âmbito da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6606. O relator considerou insuficientes os dados enviados pelo procurador-geral de Justiça do estado para comprovar o cumprimento das determinações já estabelecidas pelo Supremo.

Veja a íntegra da decisão.

Informações são necessárias para verificar se houve cumprimento efetivo das decisões já proferidas pelo STF no processo, segundo Gilmar Mendes.

Informações são necessárias para verificar se houve cumprimento efetivo das decisões já proferidas pelo STF no processo, segundo Gilmar Mendes.Rosinei Coutinho/STF

No despacho, Gilmar Mendes exige a apresentação de uma discriminação completa das verbas remuneratórias e indenizatórias autorizadas e pagas nos meses de janeiro e fevereiro de 2026, incluindo gratificações, adicionais, indenizações e eventuais valores retroativos.

Também deverão ser informadas as datas exatas em que os pagamentos foram autorizados e efetivamente realizados, acompanhadas de documentação que comprove o momento em que a ordem de pagamento foi encaminhada à instituição financeira responsável.

O ministro também solicitou a relação individualizada dos valores pagos no período e a identificação da instituição financeira responsável pela operacionalização desses repasses.

Pagamentos retroativos

No despacho, o relator relembra que a primeira decisão tomada no processo, em 23 de fevereiro, proibiu imediatamente o pagamento de valores retroativos. Três dias depois, em 26 de fevereiro, o Supremo ajustou a medida e autorizou, por até 45 dias, apenas a quitação de valores retroativos que já estivessem previamente reconhecidos e programados no cronograma financeiro institucional.

Diante disso, Gilmar Mendes determinou que o Ministério Público fluminense apresente também a programação financeira detalhada relativa aos pagamentos retroativos previstos entre janeiro e abril de 2026.

O órgão deverá indicar os valores programados, as datas previstas para autorização e pagamento e apresentar documentos que comprovem que esses montantes já estavam incluídos no cronograma institucional antes das decisões do Supremo. O despacho ressalta que não serão aceitos documentos produzidos posteriormente com o objetivo de justificar ou reconstruir a programação financeira.

Além da requisição ao Ministério Público do Rio, Gilmar Mendes determinou que o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) seja comunicado da decisão para adotar as providências que considerar cabíveis. Segundo o ministro, as informações são necessárias para verificar se houve cumprimento efetivo das decisões já proferidas pelo STF no processo.

Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Tags

Gilmar Mendes supersalários CNMP STF Ministério Público

Temas

Justiça

LEIA MAIS

Judiciário

Moraes nega ter frequentado casa de Vorcaro em Trancoso

CPMI do INSS

Carlos Viana diz que pedirá ao STF que Vorcaro deponha à CPMI do INSS

JUDICIÁRIO

Moraes nega autoria de mensagens no celular de Vorcaro

NOTÍCIAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES