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Segurança Pública

Projeto que prevê registro online de medida protetiva avança na Câmara

Texto permite que medidas protetivas de urgência possa ser solicitadas sem a necessidade de comparecimento presencial a delegacias ou juizados.

Congresso em Foco

12/5/2026 | Atualizado às 14:51

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A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (12) o projeto de lei 2.334/2025, que cria o Programa Nacional de Solicitação Digital de Medidas Protetivas de Urgência para mulheres vítimas de violência doméstica e familiar. O parecer aprovado foi apresentado pelo deputado Delegado Matheus Laiola (União-PR).

O projeto, de autoria da deputada Denise Pessôa (PT-RS), prevê a criação de uma plataforma nacional digital para permitir que mulheres solicitem medidas protetivas de urgência sem a necessidade de comparecimento presencial a delegacias ou juizados.

Conforme o texto, a proposta busca acelerar o acesso à proteção judicial e reduzir obstáculos enfrentados por vítimas que, muitas vezes, deixam de denunciar agressões por medo de represálias, dificuldades de deslocamento ou barreiras sociais e culturais.

A plataforma deverá funcionar 24 horas por dia e permitirá envio remoto de pedidos de medidas protetivas, além de provas multimídia como fotos, vídeos, áudios e documentos. O sistema também prevê acionamento imediato das autoridades policiais em situações classificadas como risco iminente.

Projeto recebeu parecer favorável do deputado Delegado Matheus Laiola.

Projeto recebeu parecer favorável do deputado Delegado Matheus Laiola.Bruno Spada/Câmara dos Deputados

No parecer aprovado, Matheus Laiola afirmou que o projeto atende à realidade de milhares de mulheres que encontram dificuldades para buscar proteção presencialmente. Segundo o relator, a digitalização do acesso às medidas protetivas pode reduzir o tempo de resposta judicial e ampliar a proteção imediata das vítimas.

"A proposição é significativamente meritória por atender à realidade de milhares de vítimas de violência doméstica, que enfrentam barreiras como medo de represálias, dificuldades de deslocamento e barreiras socioculturais para denúncias presenciais."

O texto estabelece ainda cooperação federativa entre União, Estados e municípios, além de articulação com tribunais de Justiça estaduais e Ministérios Públicos estaduais. A proposta também prevê que o programa possa ser financiado pelo Fundo Nacional de Segurança Pública e outras fontes orçamentárias compatíveis.

Apresentado em maio de 2025, o projeto ainda será analisado pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, pela Comissão de Finanças e Tributação e pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Leia a íntegra do relatório.

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