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Defesa das mulheres

Parecer sobre PL da misoginia deve ser entregue até junho, diz Motta

Presidente da Câmara afirmou que texto será debatido pelas bancadas antes de seguir para votação no Plenário.

Congresso em Foco

12/5/2026 | Atualizado às 15:00

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta terça-feira (12) que o relatório do projeto de lei que equipara a misoginia ao racismo deve ser apresentado até o início de junho. Atualmente, a proposta está em debate em um grupo de trabalho coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP).

Segundo Motta, o prazo foi definido para permitir que o texto seja discutido pelas bancadas antes de ser levado à votação no plenário da Câmara. A declaração foi dada durante o lançamento do programa Brasil Contra o Crime Organizado, em Brasília.

Durante o discurso, o parlamentar afirmou que não é possível discutir segurança pública sem enfrentar o avanço dos casos de feminicídio no país.

"Não podemos, aqui no Brasil, tratar da segurança pública sem citar o combate ao feminicídio como um foco inescapável. Não há civilização onde se mata por tão pouco e com tanta covardia, como é o caso dos homens que agridem, estupram e matam as mulheres que, na maioria das vezes, são ou foram suas parceiras."

Motta também destacou medidas aprovadas pela Câmara voltadas à proteção das mulheres, como projetos que determinam o uso de tornozeleira eletrônica por agressores, endurecem penas para crimes de violência doméstica e ampliam mecanismos de prevenção à violência contra a mulher.

Projeto em discussão

Apresentada pela senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA) aprovada em março no Senado com relatório da senadora Soraya Thronicke (PSB-MS), a proposta estabelece que a injúria por misoginia terá pena de reclusão de dois a cinco anos, além de multa.

O texto também tipifica a conduta de praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito em razão de misoginia, com pena de um a três anos de prisão.

Segundo a autora, discursos de ódio contra as mulheres corroboram para o aumento dos casos de violência, exigindo uma resposta penal específica.

Na Câmara dos Deputados, o projeto dividiu opiniões. Parlamentares do campo progressista defendem o texto como caminho efetivo para a proteção à mulher, enquanto conservadores temem que, na forma como foi aprovada no Senado, a matéria possa resultar em censuras indevidas.

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PL da misoginia hugo motta câmara dos deputados

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