Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Eleições 2026

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosEleições 2026RadarPrêmio
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Eduardo Bolsonaro é demitido da Polícia Federal por abandono de cargo

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

DEMISSÃO OFICIALIZADA

Eduardo Bolsonaro é demitido da Polícia Federal por abandono de cargo

Ex-deputado não reassumiu o posto de escrivão após perder o mandato e permanecer nos EUA. Decisão ocorre após STF confirmar condenação do ex-deputado a 4 anos de prisão e à perda do cargo público por coação em processo.

Congresso em Foco

21/9/2026 | Atualizado às 9:16

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA

O Ministério da Justiça oficializou nesta segunda-feira (21) a demissão do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) do cargo de escrivão da Polícia Federal por abandono de cargo. A medida consta da Portaria de Pessoal nº 135, assinada pelo ministro Wellington César Lima e Silva e publicada no Diário Oficial da União.

Eduardo ingressou na PF por concurso público em 2010 e estava afastado da corporação para exercer o mandato de deputado federal. Depois de perder o mandato, em dezembro de 2025, por excesso de faltas às sessões da Câmara, a Polícia Federal determinou que ele reassumisse imediatamente suas funções. Como permaneceu nos Estados Unidos e não se apresentou, foi aberto um processo administrativo disciplinar.

Eduardo Bolsonaro não reassumiu o cargo de escrivão da PF após ter o mandato de deputado cassado.

Eduardo Bolsonaro não reassumiu o cargo de escrivão da PF após ter o mandato de deputado cassado.Lula Marques/Agência Brasil

A PF concluiu o procedimento e recomendou sua demissão por abandono de cargo. Pela Lei 8.112, a infração é caracterizada pela ausência intencional do servidor ao serviço por mais de 30 dias consecutivos.

Condenação no Supremo

A demissão administrativa decorre de processo independente da ação criminal contra Eduardo no Supremo Tribunal Federal. Em junho, a 1ª Turma do STF o condenou, por unanimidade, a quatro anos e dois meses de prisão, em regime inicial semiaberto, por coação no curso do processo. O colegiado também declarou a perda do cargo de escrivão da PF.

Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), Eduardo atuou nos Estados Unidos para obter sanções contra autoridades brasileiras e medidas econômicas contra o país com o objetivo de interferir no julgamento em que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, foi condenado por tentativa de golpe de Estado. A defesa sustentou no processo que a atuação política de Eduardo não configurava grave ameaça nem o crime de coação. Na última sexta-feira (18), a 1ª Turma rejeitou por 4 votos a 0 os embargos apresentados contra a condenação.

Processo: AP 2782-DF

Leia Mais

1ª Turma mantém condenação de Eduardo Bolsonaro por lobby nos EUA

Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Tags

Ministério da Justiça serviço público Eduardo Bolsonaro STF

Temas

Polícia Federal

LEIA MAIS

MEME

Porchat narra julgamento do STF como jogo de futebol e diverte a web

JUDICIÁRIO

Nikolas pede afastamento de Gonet por foto fumando charuto com Vorcaro

NOTÍCIAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES