Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Insatisfação generalizada

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

Insatisfação generalizada

Congresso em Foco

12/7/2005 19:13

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA

Edson Sardinha


Além das atividades ligadas ao turismo, outras áreas, como saúde e educação, fazem articulações no Congresso e no Planalto para rever a alíquota de 7,6% da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

Convertida em lei no final do ano passado, depois de muita polêmica no Congresso, a Medida Provisória (MP) 135/03, que elevou a alíquota da Cofins para 7,6% e acabou com a incidência em cascata do tributo, virou alvo de uma série de contestações na Justiça.

Em reunião com os membros do Conselho Nacional de Turismo, em março, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu que o governo pode ter errado na calibragem da nova alíquota e na definição dos setores atingidos pelo fim da cumulatividade. “No afã de fazer as coisas o mais rápido possível, temos a humildade de reconhecer e mudar”, disse Lula.

O presidente pediu aos conselheiros que encaminhassem ao ministro do Turismo, Walfrido dos Mares Guia, um estudo sobre o impacto da nova Cofins. O levantamento e as propostas do conselho devem ser repassadas nos próximos dias ao ministro da Fazenda, Antonio Palocci.

Receita resiste

O compromisso do governo em estudar uma saída para as atividades econômicas ligadas ao turismo é aguardada com cautela pelo setor. O embate na área econômica deve ser acirrado. Isso porque a Secretaria da Receita Federal ainda comemora o crescimento real de 13,41% na arrecadação da Cofins, em março, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Além da alegada perda de receita, membros da equipe econômica temem que a revisão da alíquota para as atividades relacionadas ao turismo abra um precedente para a reivindicação de outros setores.

Segundo o secretário-adjunto da Receita, Ricardo Pinheiro, a calibragem da contribuição está correta e não há motivos para reclamação. Ele argumenta que a carga será diluída ao longo do ano. Além da elevação da alíquota, outros fatores contribuíram para o aumento da arrecadação, como a cobrança na fonte da Cofins das prestadoras de serviço e a elevação de 3% para 4% da alíquota cobrada das instituições financeiras.


Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Temas

Reportagem

LEIA MAIS

Cofins menor para turismo

Ministro terá de dar explicações aos deputados

Governo culpa empresários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES