Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Temer diz a parlamentares ser vítima de "conspiração"

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

Temer diz a parlamentares ser vítima de "conspiração"

Congresso em Foco

17/10/2017 8:10

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA
[caption id="attachment_312314" align="aligncenter" width="580" caption="Cunha é citado por Temer: "Jamais poderia acreditar que houvesse uma conspiração para me derrubar""][/caption] Na véspera da votação sobre o prosseguimento da denúncia na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, o presidente Michel Temer enviou uma carta aos deputados para convencê-los a suspender a investigação requerida pela Procuradoria-Geral da República (PGR). No documento, enviado na segunda-feira (16/10) em quatro páginas, o peemedebista afirma ser vítima de uma "urdida conspiratória". A carta é o destaque dos jornais Folha de S.Paulo, Estadão, O Globo e Valor Econômico.
<< Leia a notícia no Valor Econômico
Além de citar a "conspiração", o presidente deixa claro o clima de tensão dias antes da votação na CCJ sobre a segunda denúncia apresentada contra ele pela Procuradoria-Geral da República. Embora afirme que a carta é também um "desabafo" - com críticas dirigidas ao ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot e aos delatores Joesley Batista, da JBS, e Lúcio Funaro, operador do PMDB -, a ofensiva de Temer contra a suposta conspiração ocorreu em meio a uma crise entre o Planalto e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). "Jamais poderia acreditar que houvesse uma conspiração para me derrubar da Presidência da República. Mas os fatos me convenceram. E são incontestáveis", escreveu. Ele cita Janot, Joesley, o ex-procurador Marcelo Miller e o advogado Willer Tomaz como fatos incontestes disso. "Tudo combinado, tudo ajustado, tudo acertado, com o objetivo de: livrar-se de qualquer penalidade e derrubar o presidente da República", completou. Temer cita na carta a entrevista em que o procurador Ângelo Goulart Vilela disse ter permanecido preso durante 76 dias, sem que fosse ouvido: "Nela, evidenciou que o único objetivo do ex-procurador-geral era derrubar o presidente da República", afirmou o presidente. "Veja que trama." O presidente diz ainda que as declarações do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso em Curitiba há quase um ano, à revista "Época" indicam que a delação de Funaro só foi aceita porque a de Cunha não entregava o presidente. "Em entrevista à revista Época, o ex-deputado Eduardo Cunha disse que a sua delação não foi aceita porque o procurador-geral exigia que ele incriminasse o presidente da República. Esta negativa levou o procurador Janot a buscar alguém disposto a incriminar o presidente. Que, segundo o ex-deputado, mentiu na sua delação para cumprir com as determinações da PGR. Ressaltando que ele, Funaro, sequer me conhecia", diz a carta.
Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Tags

câmara dos deputados STF Ministério Público Judiciário Eduardo Cunha CCJ Michel Temer Rodrigo Janot jbs Lúcio Funaro Marcelo Miller

Temas

Reportagem

LEIA MAIS

POLÍTICA EM MOVIMENTO

Nove anos depois, impeachment de Dilma ainda molda a política em 2025

Combustíveis

Pastor Gil defende aviso 7 dias antes de reajuste em postos

Prisão Domiciliar

Moraes endurece monitoramento de Bolsonaro em prisão domiciliar

NOTÍCIAS MAIS LIDAS
1

Regularização Fundiária

Câmara aprova prorrogação do prazo para regularizar imóveis rurais

2

MEMÓRIAS DA DITADURA

46 anos da Lei da Anistia: sessão do Congresso teve vaias e socos

3

JUDICIÁRIO

Anistia a réus de 8 de janeiro tende a ser derrubada no STF, entenda

4

VÍDEO

Rubinho Nunes ameaça dar voz de prisão a youtuber durante CPI

5

Judiciário

Suspensão de leis estaduais e planos de saúde estão na pauta do STF

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES